E vamos para mais uma semana de notícias e aleatoriedades!
Dessa vez Fred ‘Yugo’, André ‘Majin’, Fernando ‘X’ e Slash/Rick recebem os ouvintes e vencedores da promoção Roger DKS e Mark Chapman (medo) para comentar algumas das coisas mais interessantes que rolaram no mundo dos games essa semana!
Novo portátil da Sega? Novos destinos da ID? Megan substituindo Angelina? A inveja é uma merda? Confira tudo isso, além de algumas novidades sobre Mass Effect 2 e, claro, os principais lançamentos da semana.
Pra fechar, temos novamente nosso Gameshow que agora já tem nome: Gamerdome! Confira quem foi (ou foram) o(s) vencedor(es) da promoção e divirta-se com mais um embate épico, dessa vez entre nosso ouvintes Roger e Mark! Quem vencerá?
Vários ouvintes enviaram e-mails querendo ouvir sobre a história do World of Warcraft… Enquanto esse cast não chega, trago um “machinima” para acalmar o coração dos fanáticos de WoW!
Como vocês bem sabem, a coisa mais importante em um MMORPG são as formas de interação que existem entre os players, e uma das mais usadas é a dança! Nesse vídeo você vai descobrir quais as inspirações usadas na criação dos passos do WoW.
“Alex Mercer é um homem sem passado em busca de respostas.”
Esse poderia ser apenas o enredo de mais um jogo qualquer, se ele não fosse o de Prototype, um sandbox onde seu personagem principal possui superpoderes de fazer inveja a muito herói por aí. Com uma história rica e jogabilidade diversificada o game chegou a pouco tempo as prataleiras e já arrecada uma média de 8.0 em seus reviews mostrando o quanto tem potencial.
Sua história gira em torno de Alex Mercer, aparentemente um cidadão normal que acorda um dia com poderes excepcionais e tem como principal objetivo descobrir o porquê de tudo isso ter acontecido com ele. Para que isso aconteça entra em cena um dos poderes mais interessantes de Alex: o de absorver as pessoas tomando sua forma e obter suas memórias. Tudo o que você e ele ficam sabendo sobre o passado é contado por curtos vídeos como flashs de memória de suas vítimas. A história é extremamente complexa e para entendê-la 100% você deverá assistir cerca de 130 flashbacks para saber o porquê de você ser o que é.
Graficamente o game não inova em nada, aliás, a quem diga que está aquém dos gráficos dessa nova geração, mas ele se compensa de outras formas. É surpreendente olhar para uma a Nova York representada no jogo e não reparar na quantidade de pessoas sendo renderizadas ao mesmo tempo na tela. Tudo bem que as pessoas são muito parecidas e você não vê quase nenhuma diferença física entre elas, a não ser em rostos e roupas, mas se você olhar por outro lado, os prédios são bem diversificados. Raramente você vai encontrar localidades idênticas enquanto estiver jogando, o que não acontece em relação aos inimigos que são geralmente réplicas que lotam a sua tela.
A jogabilidade definitivamente é seu ponto forte. A liberdade que o game te proporciona é incrível. Nunca foi tão divertido fugir ou combater um exército e isso é graças as inúmeras possibilidades que ele te proporciona, começando pela diversidade de maneiras que você pode dilacerar seus oponentes. São 5 formas que seus braços podem tomar incluindo dezenas de upgrades que é possível conseguir para o seu personagem, algumas muito interessantes, outras um tanto inúteis. Possibilidades de escalar arranha-céus com velocidade absurdas, se infiltrar em bases militares, arremessar carros, pilotar tanques e helicópteros e até mesmo planar, tudo isso com controles muito simples, criam missões para todos os gostos.
Para aqueles que acham que não vale o investimento, o fator replay é alto. Além da história central, o jogo é rodeado de eventos que vão sendo habilitados a medida que você vai desenvolvendo a história. São 6 tipos de eventos que variam em dificuldade e desafio. A única coisa que talvez você possa sentir falta é a de um modo online, mas mesmo isso não faz dele um má compra.
O game da Activision está disponível desde 12 de junho para PC, X360 e PS3.
Olá Gamers! Está de volta a coluna mais saudosista do NowLoading!
A partir de hoje eu estarei dando continuidade ao trabalho do Vinícius Schiavini e postando uma história da era 16 bits para baixo, toda terça-feira aqui no site. Mas o sucesso dessa coluna depende de vocês, por isso se quiserem suas histórias contadas aqui, mandem emails para diego@nowloading.com.br.
Conto com vocês! Fiquem aí com o relato dessa Start Pausa.
Cartucho: Zelda: A Link to the Past Desenvolvedora: Nintendo Plataforma: Super Nintendo Sinopse: Um malvado feiticeiro chamado Agahnim toma o controle de Hyrule e usa seu poder para libertar Ganon de sua prisão no Dark World. Após resgatar a Princesa Zelda das garras de Agahnim, Link liberta os descendentes dos Sete Sábios e fortalece o selo mágico feito para manter Ganon preso em segurança. Player: Mário Oirám
Zelda: A Link to the Past. Este título ressoa em minha mente até hoje, lembranças da minha iniciação gamística atráves do SNES e Mega Drive. Um dos primeiros jogos que tive. Presente de meus pais ou talvez de uma tia, não me recordo exatamente.
A Link to the Past era um dos jogos que mais gostava, não exatamente pela jogabilidade, gráficos, música ou qualquer outro elemento do gênero. Eu gostava da concepção do jogo, da história, do universo fantasioso que criava em mim uma atmosfera mística. Na verdade eu era um péssimo jogador de Zelda, ficava com medo dos calabouços e, às vezes, me restringia apenas a passear por Hyrule, visitando lugares que gostava. Na época eu era uma criança, e quando outras vinham em casa para jogar comigo eu sempre colocava o Zelda. Como todos sabem é um jogo de um jogador, mas eu ignorava esse fato.
No início, quando Link resgatava Zelda do calabouço eu entregava o segundo controle para outro indivíduo e o instruia a guiar a princesa. Minha intenção não era enganá-lo, eu apenas acreditava dentro do meu universo particular que Zelda poderia ser controlada pela força da mente. Eu queria que ela fosse jogável e mesmo sabendo que isso não acontecia, de uma certa forma, acontecia para mim.
Voltando à Hyrule, eu achava de início que o protagonista era Zelda, como muitos. Depois de um tempo soube que o encapuzado verde se chamava Link e antes de saber que significava Elo, eu me questionava “A Lenda de Zelda : Um Link para o Passado”? Porque queriam enviar o Link para o passado? Será que ele deveria ter feito algo para mudar o destino de Hyrule? Isso me faz lembrar de um certo conhecido que disse: the car, the legend… o carro, a legenda.
Outra coisa curiosa, eu gostava de visitar a Vila Kakariko e o cemitério. Ao contrário da vida real, pois até hoje eu tenho medo de passar por cemitérios e nunca entrei em um de verdade. Eu gostava em especial das galinhas da Vila Kakariko, tanto que um dia eu resolvi pegar o manual do jogo (que por sinal gostava quase até mais do que o jogo em si) e escrevi várias vezes as palavras “Galinha” e “Cemitério”, como se ao escrevê-las e guardá-las eu estivesse protegendo a existência delas por toda a eternidade assim como uma vez que gravei o Internet Explorer num disquete ZIP e achei que a internet estaria protegida e ao meu serviço. Alguns chamam de TOC ou outro distúrbio, mas prefiro a seguinte máxima “a loucura está à um passo da genialidade”.
Em Zelda, eu só sabia da existência dos pendantes. Só descobri que havia muito mais à se fazer anos depois, pois como disse anteriormente, o jogo era um tour para mim, não uma jornada. Por falar em jornada, nessa mesma época eu estava me preparando para viajar para os Estados Unidos. Antes de viajar, eu peguei uma câmera e comecei a fotografar cenas do game, todos os lugares que eu gostava, inclusive galinhas e cemitérios. Para meu desespero as fotos se revelaram apenas como imagens da TV com a tela meio borrada.
Lembro-me de quando Link se tornou um coelho no Dark World: eu achava aquilo incrível! Adorava Dark World, era como um tour noturno para mim. Como Hyrule sempre estava de dia, ver o mesmo mundo só que deturpado e numa perspectiva noturna com o personagem coelho me fazia pensar em me transformar numa criatura sobrenatural e sair vagando pelo meu mundo noturno surreal, como se numa realidade paralela.
Também gostava do Santuário, era um dos poucos lugares que me sentia seguro. Afinal, embora só fizesse meu tour pelo jogo, ainda precisava matar os outros antes que me matassem. Nesse mesmo período, comecei a ter visões do lugar onde Link obtém a Master Sword. Eu via aquele lugar impresso em minha mente, sonhava com ele de olhos abertos e fechados e associava à outros lugares. Era um tanto místico, espiritual.
Zelda: A Link to the past , assim como tantos outros jogos da franquia e tantos outros de inúmeros consoles desenvolveram parte do que sou e são lembranças inesquecíveis. Não se pode descrever em palavras a sensação exata do que foi. Algumas lembranças são claras, outras são meio confusas, mas dentro de cada uma há um universo a se destrinchar.
For the Alliance! For the Horde! For Ner’zhul! For days with more than 24 hours!
Depois de praticamente enfrentar toda a Burning Legion para colocar o podcast no ar e do mais épico atraso de todos os tempos, finalmente chega o Round #51 do podcast NowLoading falando sobre uma série igualmente épica: Warcraft!
Reunidos numa taverna de Stormwind, os humanos André ‘Majin’, Fernando ‘X’ e Slash/Rick recebem os viajantes Nathy e Leo para discutir sobre o primeiro grande hit da Blizzard e a série de games que antecedeu a maior máquina de fazer dinheiro e roubar vidas da história do entretenimento eletrônico.
Focando-se nos três games de Real Time Strategy e suas respectivas expansões, conheça das origens humildes e despretenciosas à criação de um dos mais densos universos de fantasia da atualidade. Como a Blizzard conseguiu tão gigantesca base de fãs? O que os primeiros games fizeram para popularizar o gênero e como o terceiro se consolidou como um dos modelo à serem seguidos por games de estratégia até hoje?
Aproveite também para pular de cabeça no lore da série e tentar compreender melhor a história de Azeroth. Da corrupção de Sargeras à formação da Burning Legion, da abertura do Dark Portal à destruição de Draenor, da disseminação da Scourge à destruição de Archimonde. Está preparado? Bem-vindo ao mundo de Warcraft*!
*Não, não falaremos de World of Warcraft nesse cast.
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Quando fui convidado para testar o novo Guitar Hero, só pude sorrir e abraçar a oportunidade. Este sendo o terceiro jogo da franquia lançado desde seu concorrente “Rock Band”, tudo que eu poderia desejar eram muitas melhorias. Com uma coletânea das melhores músicas desde o seu lançamento, Guitar Hero: Smash Hits traz os clássicos de toda franquia, agora com suporte a microfone e bateria, além de utilizar das novas funções como a batida sem notas do baixo. Mas será que essa coletânea vale a reserva da sua cópia na Get Games?
Visualmente o jogo perde para seu irmão Guitar Hero Metallica e empolga bem menos. Mas o que importa é que tudo esteja nítido e prático, e assim está. Com um visual mais sujo e muito mais brega que os antecessores, Guitar Hero Smash Hits não se importa visualmente com o que faz, pois o negócio é a música. E até nesse quesito quase tudo funciona bem.
Para os entusiastas, testamos tudo que era possível e imaginável nesta versão do jogo, e o resultado foi 70% satisfatório. Todas as baterias funcionaram, a do Rock Band e a do Guitar Hero World Tour, e as guitarras de todas as versões. Mas e os outros 30% não satisfatórios? Aqui que tudo desce ladeira abaixo.
A voz, o motivo pelo qual fui chamado para o teste, foi a maior decepção de todo o jogo. Testamos todos os microfones imagináveis, e o que tivemos? Vergonha. Utilizamos o microfone do Rock Band, do Guitar Hero, o Headset, e o microfone do Lips, e tudo que conseguimos foi uma voz sobreposta e mais baixa a voz da música original. Então não se canta, se ouve a música, e se escuta a sua voz como o Backing Vocal e não como o cantor da música. Na tela de configurações tentamos todas as opções. Testamos com 2 XBOX 360 diferentes, com dois jogos diferentes, e nada. E nesse aspecto, de cantar, o jogo perdeu feio para o concorrente, isso incluí o próprio Guitar Hero Metallica.
Destaques da Setlist:
Guitar Hero I
* Queen – “Killer Queen”- Queen
* Franz Ferdinand – “Take Me Out”
* Deep Purple – “Smoke On The Water”
Guitar Hero II
* Foo Fighters – “Monkey Wrench”
* Rush – “YYZ”
* The Police – “Message In A Bottle”
Guitar Hero Encore: Rocks the 80s
* Twisted Sister – “I Wanna Rock”
* Extreme – “Play With Me”
Guitar Hero III: Legends of Rock
* Kiss – “Rock And Roll All Night”
* AFI – “Miss Murder”
* DragonForce – “Through The Fire And Flames”
Guitar Hero: Aerosmith
* Aerosmith – “Back In The Saddle”
Conclusão
Se você não se importa com a cantoria, e quer jogar músicas da época do primeiro Guitar Hero, essa é a melhor opção. Como um jogo de guitarra e bateria, ele beira a perfeição, mas como conjunto da obra, não há nada de especial além de saudosismo.
Era uma vez um mundo habitado por robôs. Um mundo feliz e tranquilo até um fatídico dia. Graças a um pequeno acidente, o gerador de energia foi desligado, acabando assim com a vida na cidade. 10 mil anos se passaram até que no meio de uma tempestade, um raio atingiu um dos postos de patrulha e reviveu um pequeno robô.
Assim começa sua saga em Little Wheel, um adventure no melhor estilo clássico! Controlando o pequeno robô em sua jornada para se tornar o salvador do mundo, navegue pela cidade semi energizada resolvendo pequenos puzzles e reative o gerador de energia. Save the generator, save the world!
Tudo: Mouse
A primeira coisa que te suga pra dentro do universo de Little Wheel é de fato a música ao fundo. Um jazz magnífico, do estilo que você fica estalando os dedos e batendo o pé no ritmo da música. Simplesmente lindo!
Depois de se encantar com a música e abrir os olhos vem a segunda supresa: O gráfico. Muito arstítico! Tudo é preto, com exceção de luz e o céu, dando um efeito muito bonito. Apesar de tudo da mesma cor, os objetos são muito bem detalhados com direito até de efeito de foco.
A jogabilidade é bem simples, você tem que manipular objetos do cenário que são indicados por um círculo branco ao redor deles. Os puzzles se resumem a manipular esses objetos em uma certa ordem lógica como por exemplo olhar a luneta para descobrir qual a senha do elevador.
Talvez as únicas críticas do jogo são ser bem fácil e curto, chegando muito rápido no final e dá o gosto de “quero mais”. Mas tirando isso, o jogo em si é uma obra de arte que vale a pena ser jogado e apreciado cada detalhe.
Dúvidas ou sugestões de flash games mandem para: x@nowloading.com.br
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