I’m selling these fine leather jackets. — Indiana Jones

05 mar 2009

Underground Gaming #15: Rambo-1: A Missão

Iextreme, R4, Matrix, Aladin, Utopia, WiiKey, etc. Todos esses tem uma coisa em comum e, certamente, pelo menos um desses você já ouviu falar. Pois é leitor, estamos falando de desbloqueio, uma forma encontrada para rodar jogos de outras regiões diferentes do seu console ou para a pirataria.

Discussões sobre o assunto a parte, a Underground Gaming dessa semana veio para mostrar a vocês é o principio de tudo. Onde e como tudo isso começou. Seguindo um pouco da história da minha última coluna. Mais um texto histórico e um pouco mais denso que o normal.

Com o fim do crash a Nintendo reinava absoluta com pouca concorrência. O mercado aos poucos ganhava força com o retorno de usuários de computadores para os consoles e, na sua maioria esmagadora, para o NES. Como na última geração pré-crash a Atari e outras empresas enfrentaram a concorrência com companhias que produziam e pirateavam jogos sem pagar royalties. A Big N quebrou a cabeça pensando em como evitar esse tipo de problema e desenvolveu uma ferramenta interessante.

O videogame tinha um chip interno com um leitor de autenticação necessário para rodar os jogos. Quando você comprava um cartucho original ele vinha com um chip chamado de 10NES que continha o código de autenticação. No que o videogame era ligado esse chip enviava um código para o videogame que rodava o game sem problemas algum. Isso acontecia tão rápido que o jogador não notava diferença alguma no carregamento. Se por acaso um cartucho pirata era inserido essa comunicação não era feita e o jogo não era autorizado a rodar. Era fácil reconhecer quando não dava certo uma vez que a luz de Power do videogame começava a piscar.

Diversas empresas estavam entristecidas com a dificuldade de lançar um título para a Nintendo por diverso fator que a própria companhia empunha e que eu não vou comentá-las agora para não estender mais ainda a coluna. Uma delas era a Tengen, que trouxe Tetris de forma contraditória para o NES sem pagar nada ao seu criador. Mas como a Tengen conseguiu desenvolver o primeiro Modchip?

Ao contrário do que vemos hoje em dia, usando engenharia reversa e descobrindo os segredos do console a Tengen apelou para uma forma pouco usual. A companhia entrou em contato com a United States Copyright Office pedindo uma cópia do projeto do 10NES alegando que existiam fortes provas que a Nintendo tinha roubado uma patente que eles já tinham desenvolvido. Tudo isso não passava de uma grande e bem arquitetada estratégia para descobrir como desbloquear o videogame.

Pouco tempo depois os jogos da Tengen foram lançados com um chip chamado RAMBO-1 que tinha a mesma função do 10NES. Não preciso dizer que a Nintendo subiu pelas paredes de raiva quando descobriu que tinham burlado sua proteção e logo abriu um processo contra a Tengen nos Estados Unidos. Esse processo não visava a pirataria no console uma vez que as leis de patente nos videogames ainda era pouco entendidas e, por isso, todo o processo desenrolou em cima do fato do uso indevido da patente registrada da Nintendo.

Essa estratégia da companhia de Kyoto foi aceita pelo juiz que deu vitória ganha para a empresa detentora do Mario, mas deixou uma brecha para outras empresas criarem seu próprio desbloqueio usando engenharia reversa e com uma tecnologia diferente. O chip 10NES mandava um sinal de energia para o cartucho enquanto o chip pirata devolvia com picos de energia enganando o chip original do console rodando o jogo perfeitamente.

Pouco tempo depois chegou ao público que era só abrir o console e arrancar uma “perninha” do chip 10NES que ele reconhecia todos os jogos como originais, caindo por terra a tecnologia antipirataria.

Quando a Nintendo lançou o Famicom AV e o NES 2 o 10NES foi eliminado de vez. Deixando o console livre para cartuchos piratas. Isso pode parecer em uma aceitação de fracasso da Nintendo, mas na verdade a companhia estava mais preocupada com o lançamento do Super Nintendo do que a longevidade do NES/Famicom.

O que aprendemos nisso tudo é que o Rambo-1 foi o primeiro modchip da história e que ele abriu as portas para uma tecnologia que temos até hoje, comum no mercado de games ainda mais quando falamos do mercado nacional.

Algum comentário, crítica, sugestão para a coluna Underground Gaming? Mande um e-mail: pablo@nowloading.com.br

Discussão

34 comentários sobre "Underground Gaming #15: Rambo-1: A Missão"

  • Natchy disse:

    Nossa, mas eu não teria coragem nem cagando de abrir meu console pra arrancar uma ‘perninha’ de whatever chip it is =p
    Tá aí, essa da perninha eu já tinha ouvido falar, mas nao sabia que tinha toda uma historia por tras S: boa, Pablo

  • Samir Rolemberg disse:

    Exelente matéria!

    Mas acho que o R4 e outro semelhantes não podem ser considerados um modchip.

    Já que a nintendo liberou as homebrews no ds, o unico jeito de rodar as mesas era com um cartão de memoria… infelizmente (pra ela) as brews tem que usar o mesmo padrão usado nos jogos…

    dai pra rodar roms comerciais é um pulo!

    tanto que não é crime ter o R4.

    mas enfim boa matéria mesmo!

    e esse nes2.0 foi uma explosão total de cabeça!

  • pedrohenri disse:

    Nossa, como tem “fiadaputa” cara de pau. Quer dizer que era só pedir a cópia do projeto ???? As coisas já foram mais fáceis. Hoje, a “fiadamãe” da Sony, criou o melhor – por enquanto – sistema anti-pirataria, o Blue Ray. Até hoje não fiquei sabendo de jogos de PS3 piratas.

  • P.Prime disse:

    @Samir Rolemberg
    Apenas corrigindo: não é crime ter nenhum tipo de modchip em nenhum console.
    A alteração do seu hardware sendo abrindo ou usando produtos de companhias terceiras apenas invalida a garantia do seu sistema. O uso de softwares piratas que é ilegal.
    Alguns países proíbem a comercialização, mas isso são leis pouquíssimos países.
    Tanto um R4 como um matrix, ou o que for nunca foi crime o jogo comercial usado neles que é.
    Qualquer componente eletrônico que altera a funcionabilidade do console, modificando-o é considerado um modchip. Daí vem o termo.

    @pedrohenri
    com o preço de uma midia virgem de blue-ray, só isso por sí só já inviabiliza.

  • Samir Rolemberg disse:

    Da garantia eu sabia…

    Pensei que infringisse aquela lei de propriedade inletectual.

  • P.Prime disse:

    @Samir
    Na real, se entrar no assunto de propriedade intelectual infringida o único que cairia nessa rede seria os xbox 360 com desbloqueio via firmware pq aí sim o código fonte do produto é alterado.
    Os outros apenas leem o código original e mandam informações a eles. Como rolou aí no nes. Se tu alterasse o código do chip para ele parar de verificar a originalidade do cartucho aí tu tinha um problema, mas se tu apenas contorna isso com um terceiro programa sem alterar suas funções originais não há problema algum.
    Claro Samir, estamos falando isso filosóficamente. Se não me engano em 2007 um chinês foi preso em NY por comercializar modchips em Chinatown e processado pela Sony pagou uma pequena fortuna. Isso depende da legislação de cada país/estado.

  • Eu tb nao teria coragem de abrir o meu console…eu confesso…sou um cagao da porra com essas coisas…hehehhe

    excelente matéria pablo

    valeu

  • Frederico Lohmann Jr disse:

    A jogada da Tengen foi maquiavélica, mas genial. :)

  • Ogro Himself disse:

    Bah, lembro do meu MegaDrive japones, que tinha trilhas da placa interrompidas, e fiozinhos fazendo jumper de um lado para outro. Muito boa, Pablo

  • Samir Rolemberg disse:

    @P.Prime
    Pensando por este lado sim…

    mas sei la, alguem que compra e ou modifica um hardware nesses padrões já está com 99.9% de chande de piratear qualquer coisa…

    e alando em leis desse tipo de coisa no pais, não sei se é confiavel mas, saiu uma noticia na gbatemp que diz que a venda do R4 é proibida no japão.

  • inominavel disse:

    Uma coisa que eu lembro também é que quando você ia utilizar um cartucho do SuperFamicon no SNES, ele não cabia no SNES, ele era um pouco maior, mas se não me engano tinhas uns SNES que pegavam normal esses cartuchos, mesmo eles sendo grandes eles cabiam perfeitamente.
    Bom como vemos, acho que a historia só se repete, isso ai acontece nas melhores empresas !! diga-se de passagem o tio Bill, quem assistiu “Pirates of Silycon Valley” sabe que ele fez com o Steve jobs, e o que o Steve Jobs fez com a Xerox!!
    Pablo gostaria que você me explica-se uma outra coisa, no caso do Dreamcast, ele utilizava um disco de Boot, que você rodava ele antes de colocar o GD, é a mesma coisa que um mod ? ou seria mesmo algo que burlava ilegalmente ?

  • Lucas Antônio disse:

    @Inominavel: Esses SNES tinham um esquema de “perninha cortada” também, mas no caso do SNES tinha que se cortar dois pinos plásticos que ficavam na parte interna da carcaça do aparelho.

  • Besteves disse:

    @Samir Rolemberg
    Galinha, tu por aqui?

    @all
    Não conheço o processo de engenharia reversa de hardware, mas posso dizer- com alguma experiência – que o de software é BEM trabalhoso. Não tenho nem noção do que leva uma pessoa a desbloquear um VG e liberar, ‘digrátiz’, esse trabalho todo.

    Besteves elmbra do mulequinho que desbloqueou o IPhone em troco de um carro + grana + novo Iphone…

  • Rafael Junio disse:

    Nossa quee fodaaa serio muito foda mesmo!
    Parabens pela materia!

  • Ogro Himself disse:

    @pedrohenri
    é para evitar essa historia de “pedir o projeto” muitas empresas nao registram patente, preferindo guardar segredo sobre seus produtos.

    Concordo com o Pablo e ja falei isso varias vezes aqui no NL: nao vale a pena piratear o PS3. Provavelmente a industria pirata tambem acha isso e por isso nao existe tanto esforço em quebrar a proteção do PS3

    @Samir
    existem justificativas dentro da legalidade para se ter um modchip:
    - poder usar um PS2 americando para rodar DVDs do seu pais
    - usar aplicativos homebrew
    - CRIAR aplicativos homebrew
    - guardar backups dos seus jogos originais

  • P.Prime disse:

    @Ogro Himself
    Sobre o PS3: exatamente… uma midia cara por natureza já não é atrativo para os piratas. Como o custo de produção e manutenção é alto para esse tipo de sistema eles teriam um lucro muito reduzido para garantir a venda. Ainda acho que o ps3 vai ser desbloqueado, mas ainda tem muita água pra correr e quando assim acontecer muita gente vai por em xeque se vale a pena.

    Justificativa legal até certo ponto e como disse de país pra país.
    A Sony já ganhou bons processos no ps2 contra homebrews justamente por criarem aplicativos e a corte marcial americana deu causa ganha a sony pela alegação que a companhia distribui o kit de desenvolvimento as companhias responsáveis pela produção de software. E isso já virou moda uma vez que existe a licença de produção. A Nintendo utiliza muito dessa desculpa para processar empresas que fazem os famosos flash kits. Não processam o aparelho em sí, mas sim o programa que faz ela funcionar uma vez que ele não foi licenciado.
    A mesma coisa com o “guardar backups” em todos os estados unidos isso é proibido mesmo que tu tenhas o jogo original. Isso já vem até escrito nos dvds de jogos o famoso “proibido a cópia desse DVD”. Só que lá tem a regra dos 20 anos de patente. Depois disso a coisa se torna legal caso a empresa não renove o registro.
    Claro, isso vai de país em país. Na Russia e China tem uma lei muito engraçada sobre isso. Só é considerada pirataria se você “clonar” qualquer produto PRODUZIDO no país logo o que vem de fora não tem controle algum e pode ser copiado legalmente.

  • pedrohenri disse:

    @Ogro Himself e @Pablo
    Mas uma vez que não se tem procura pela midia de Blue ray, o preço acaba estabilizado já que o produto não é novo, mas muito pouco explorado. Não existe produção em larga escala nem fortes concorrentes, assim o preço da midia continua alta e o PS3 travado. O dia em que alguem resolver bancar os custos e sair destravando o PS3 a coisa vai fluir que nem o PS2, o que seria muito ruim em se tratando de termos legais, mas parece que vai ser assim. Quando 1 fizer vários vão querer fazer também, é ai que a coisa deslancha.
    Mas a Sony não faz esforços para vender o PS3 tbm, ela vende pouco porque não investe no principal, nos games. Ela espera que alguns Exclusivos sejam responsaveis por 100% das vendas e não é assim que funciona. Até a pirtaria seria bom para a Sony nesse momento.

  • Wesley Pires disse:

    Rapaz, semrpe tive curiosidade quanto ao modchip. Eu achava que o modchip surgiu quando cheogu a era do ps1 e afins, mas minha visão estava turva. Esclareceu minhas duvidas quanto ao assunto.

  • Ogro Himself disse:

    @P.Prime
    Pois eh, muda um pouco a legislação de cada pais, mas a maioria é signatario das mesmas convenções de direito autoral.

    Mas o proprio tratado da OMPI eh contraditorio em diversos pontos. Ele garante que o consumidor tem direito a fazer a copia de segurança do seu produto e pode usufrui-lo no formato que quiser (ripar CD para MP3, copiar o cartucho para ROM de emulador), mas se o fabricante pode determinar que a copia eh proibida.

    Obviamente, TODO fabricante determina que a copia da obra eh proibida e tira esse direito do consumidor -_-

    No Canadá, é crime COMERCIALIZAR produtos piratas. Se voce copia para uso pessoal não é considerado crime. Um tempo atras li o blog de um brasileiro que mora la e tem um PSP unbricked cheio de emuladores e outras coisinhas bacanas

    @pedrohenri
    Na verdade acho que é o contrario. A midia tem que ficar difundida, ai sim vai valer a pena existir desbloqueio de PS3. Pirataria NÃO EH NEGOCIO para a Sony, pq ela tem prejuizo na produção de PS3. Significaria vender mais videogames e menos jogos, e aumentar o prejuizo.

    A midia BD nao pegou, e nem sei se ela vai pegar. O que determina isso eh o apoio que o mercado fornece para ela e os avanços tecnologicos que podem fazer com que ela fique obsoleta logo.

    Exemplo pratico 1: ZIP discs eram MUITO ruins e caros. Quando começaram a baratear e ter maior qualidade, já entraram CDRs que eram MAIS baratos, muito mais confiaveis e tinham 7x mais capacidade. Nao teve apoio do mercado (era exclusivo da iOmega) e o avanço tecnologico obsoletou-o logo

    Exemplo pratico 2: DVDs foram caros e artigos de luxo por muito tempo. O mercado deu apoio e a midia ficou barata. O publico viu a vantagem que DVDs tem sobre fitas VHS. Locadoras dizimaram seu estoque de fitas em favor ao DVD. O avanço tecnologico por muito tempo foi apenas aprimoramentos do proprio DVD (DVD R, DVD RW, DVD Dual Layer). Assim DVD teve muito tempo de vida util, e ainda vai ter mais ainda!

    Exercitando minha futurologia: BDs são caros pra c@r@lh0. Depois da guerra com o HD-DVD o mercado ainda tem que se motivar mais para dar-lhe apoio, não vejo BD substituindo o DVD tão cedo. E quando BDs se tornarem baratos e potencialmente populares já vai haver oferta de banda larga e armazenamento online o suficiente para que voce compre e assista filmes em tempo real pela internet e a mesma coisa com jogos.

  • P.Prime disse:

    @Ogro Himself @pedrohenri
    Falando em Sony sabe o que eu acho do BD? BD= Betamax. Culpa da sony novamente em manter as mãos fechadas em cima da tecnologia. Ela liberou até a produção de aparelhos que usam a tecnologia, mas ainda segura a produção da mídia o que acaba não baixando o custo e popularidade.
    A pirataria nunca vai ser uma vantagem para a Sony como nunca foi para nenhuma companhia uma vez que o prejuízo tomado no console volta no jogo vendido. Se não vender jogo amarga com o prejuízo sozinha.
    Bom, sei lá, o fato de não ter pirataria é um ponto positivo pra mim.

  • alex_seph disse:

    Excelente artigo Pablo, parabéns.
    Sobre a possível pirataria no ps3, acredito que se for realmente acontecer será algo semelhante ao psp, ou seja, os jogos serão instalados no hd e rodarão por ele. Não acredito em mídias blue ray piratas, talvez bem futuramente isso seria possível com uma queda do preço da mídia.
    Já tivemos em média 4 anúncios de destravamentos de ps3, todos fakes. Teve um, bem engraçado, onde um brasileiro disse ter destravado o console. Teve vídeo e tudo mais. Apesar de ter sido bem tosco, a base teórica dele é válida, porque utilizava algumas ferramentas já existentes e que tive oportunidade de usar eu mesmo, como o ps3proxy.
    A teoria seria que a pessoa iria abaixar a iso do jogo, seja em seus 8gb ou até mesmo 50gb, e rodaria um programa que iria gerar um pacote do jogo, semelhante aos que baixamos na psn. Depois de gerado o pacote, o usuário iria rodas o ps3proxy e, simulando o download de outro arquivo, iria instalar na verdade o jogo completo no ps3.
    Apesar de ser ilegal o uso da pirataria, vocês tem que admitir que a possibilidade de instalar um jogo completo no hd do ps3 é bem interessante, assim como acontece hoje no 360. Os leitores da Sony já tem um histórico se serem grandes porcarias, e o do ps3 não fica atrás.
    Como o ps3 aceita qualquer hd de notebook, comprar um hd de 300gb e colocar no console para poder rodas seus jogos diretamente nele, tendo uma performance melhor e sem se preocupar com o leitor, é um atrativo interessante.
    Depois procurem o vídeo no youtube, certamente tem alguma coisa lá.

  • inominavel disse:

    @Lucas Antônio
    humm… verdade, agora que você falou, lembrei desse esqueminha das travas laterais do SNES.

    Pow… no meu comentário anterior perguntei sobre o disco de boot que fazia rodar jogos piratas no dreamcast, será que alguém pode me explicar sobre ele? ou futuramente vai sair uma matéria sobre ele ? seria bem interessante, acho que ogro é bem entendido, teria como me explicar Ogro Himself ?

  • artigo ficou mass pablo o UG continua sendo uma das colunas prefridas

    flws

  • Ogro Himself disse:

    @alex_seph
    Eu pensei tambem na situação de ter uma iso do jogo pirata no HD, mas calcula a quantidade de HDs de 500GB reservas que voce precisaria para manter uma coleção de jogos piratas.

    Sem falar no custo que voce teria em BAIXAR todos esses jogos. Tambem acho isso inviável.

    @inominavel
    infelizmente eu nao tive um DC, e não tenho ideia de como o boot dele funcionava =/

    Eu só posso ESPECULAR que deveria haver alguma checagem de segurança na BIOS do videogame. Sendo uma verificação em software, o boot deveria alterar o programa na memoria limpando o codigo dessa verificacao.

    Mas isso eu to chutando só =P

  • Ogro Himself disse:

    O que uma pesquisa rapida nao é capaz de resolver:

    O Dreamcast usava GD-Rom, um CDzão de 1GB para seus jogos. Mas também tinha a possibilidade de rodar Mil-CD, um formato multimidia para CDs de audio. Explorando o fato que o game RODAVA cds foi lançado o Utopia Boot, para driblar a segurança do videogame, mazoumenos da maneira q eu expliquei antes.

    O que era dificil fazer no Dreamcast nao era burlar a segurança, mas COPIAR um GD (ja que nao existem leitores), enfiar tudo num CD (já que o GD é maior) e hackear as trilhas do disco para que elas fossem lidas no DC (o leitor do Dreamcast le trilhas em velocidade angular constante).

  • inominavel disse:

    @Ogro Himself

    Valeu ogro, sempre tive curiosidade de saber como funcionava esse sistema de boot, no caso de driblar a seguranção, então não é uma coisa ilegal era ?????

  • Roger disse:

    Cara, ousadia se confunde com extremo nivel de cara de pau para esta Tengen hein?! Santa ousadia Batima!! kkkkkkkkkkkkk

    Boa pablito ;)

  • Samir Rolemberg disse:

    @Besteves

    processos de engenharia reversa, na minha opinia~, são mais dificies ainda de se estudar…

    vc estuda algo novo, criado a 7 chaves e desvenda de fora pra dentro a sua logica e depois tenta burlar.

    é um processo muito mais dificil xD

    e saudades a parte, o tempo das galinhas acabou faz tempo!

  • Ricardo disse:

    @P.Prime:
    Falando em Sony sabe o que eu acho do BD? BD= Betamax.

    Impressionante como eles repetem o mesmo erro de 25 anos atras….

    Sabem o que eu acho do modchip? Uma “ganbiarra”….
    No caso do PS2, por exemplo, voce nao sabe a qualidade do chip, se ele trabalha na mesma faixa de tensao, se nao gera um “spike” (pico de tensao muito elevado e muito rapido, podendo estressar os componentes), se o tempo de resposta eh adequado, fora a qualidade da mao de obra.
    Quando eu parei pra pensar no quanto estava gastando do meu dinheiro em um console eu conclui que nao valia a pena perder a garantia do equipamento…Agora, vah convencer este pais a oferecer equipamentos e softwares por precos decentes…(sad)

  • Samir Rolemberg disse:

    se penssar por este lado, é melhor nem chegar perto xD

    outra, PC’s não estao muito longe dissso…

    vc compra uma placa-mae de nome A, uma memoria de marca B, uma fonte de nome C, e por ai vai…

  • Arch disse:

    Nunca tinha me pilhado de ler a coluna Underground, mas na última semana eu estava inspirado e resolvi ler, não sei se ela é sempre assim, “meio histórica” mas adorei as duas que li, gosto de saber de onde vem as coisas, adoro história.

    Parabéns Pablo tá excelente mesmo.

    =D

  • Kataspike disse:

    Muito legal essa coluna. Parabéns mesmo Pablo.
    Trouxe um assunto interessante e que rendeu bastante discussão.

    É isso ai! =D

  • Daniel disse:

    Boa era a trava mecanica do SNES….

  • BFD_Elessar disse:

    kra eu destravei meu snes com um alicate de corte quebrando aquelas 2 travas q tinha hehehehheeh, pra rodar uma merda da cartucho japones, jogo ruim a beça ainda Rushing Beat, mas fazer o q neh

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