Cry some more! — Heavy

13 out 2009
Autor
diegogc
Categoria
Start Pausa

Start Pausa #23 Donkey Kong Country 2

Olá gamers! Sejam muito bem vindos a mais uma Start Pausa aqui no NowLoading!

E hoje com mais uma história que envolve a famosa franquia Donkey Kong que não marcou só a mim, mas a muitos dos nossos ouvintes e comentaristas. Dessa vez, um relato do segundo game da série, Donkey Kong Contry 2: Diddy’s Kong Quest!

A história de hoje é contada pela Cristiana Sbardella, conhecida no site com a Gata Flecha,  presente comentarista e ouvinte do podcast.

Mais uma vez um game da RARE que marcou a vida de outra pessoa e também trouxe dores de cabeça em relação a saves que não funcionavam. Confiram!

Estejam convidados a participar com seus relatos também, mandando e-mails para diego@nowloading.com.br. A vida dessa coluna depende de vocês!

Jogo: Donkey Kong Country 2 – Diddy’s Kong Quest
Desenvolvedora: RARE
Plataforma: Super Nintendo
Sinopse: Diddy Kong e sua amiga Dixie tem de resgatar Donkey Kong, que foi sequestrado pelo Capitão K. Rool.
Player: Cristiana Sbardella (Gata Flecha)

Este não foi o primeiro cartucho que eu e meu irmão tivemos para nosso SNES, mas certamente foi um dos nossos favoritos. Aliás, está aqui até hoje!

Meu primeiro contato com a franquia foi quando alugamos o cartucho do Donkey Kong Country. Não botávamos muita fé naquele jogo pois nunca tivemos muito acesso a revistas de games ou coisas que nos informasse coisas sobre o mundo dos games. Resultado: chegamos em casa e simplesmente deliramos, amamos aquele jogo e não acreditávamos no que estava diante dos nossos olhos. Gráficos maravilhosos e ótima jogabilidade. Só o fato de logo de cara você já poder montar em um rinoceronte e sair atropelando todo mundo, não é o máximo?

Diante disso, vocês já podem imaginar o quão ficamos felizes ao saber que seria lançado o Donkey Kong Country 2. E mais feliz ainda eu fiquei quando ganhei o cartucho no meu aniversário! Ligamos o videogame em plena festa enquanto toda a família olhava naquela expectativa… Mas, quando colocamos o cartucho, o jogo não funcionou. As vozes gritaram em coro “assopra a fita!” e depois de um sopro bem dado, o game iniciou e foi aquela diversão.

Por algum motivo, a princípio, o nosso cartucho não salvava o progresso do game. Acho que a bateria é que estava meio solta, não sabiamos na verdade. Por isso, todos os dias nós tinhamos que jogar o jogo do começo mesmo, em modo cooperativo, só que um belo dia o cartucho caiu no chão e por um milagre começou a funcionar o save!

Altas horas de jogo cavalgando rinocerontes, saltando com cobras, voando com os cabelos da Dixie e suando frio para derrotar os chefes de cada um dos mundos.

Eis que um dia finalmente chegamos até o temível Capitão K. Rool que havia deixado aquele bilhetinho lááá na primeira fase. Tentamos e tentamos derrotá-lo. Pula, abaixa, pula, pula, corre, abaixa, abaixa! Tudo isso com aquela maravilhosa música de fundo que te deixa mais tenso ainda, ela não sai da minha cabeça até hoje. Quem jogou, sabe do que estou falando.

Até que, enfim, o cretino cai duro no chão e o Donkey Kong desce do teto! Finalmente! Conseguimos! Já estavamos comemorando quando de repente o safado se levanta e começa a atirar feito um louco e a gente morre de novo! Acho que esse foi meu primeiro grande trauma dos videogames! Depois, com muito custo, conseguimos derrotá-lo finalmente (eu não aguentava mais ver ele cair no chão e levantar de novo ¬¬).

Depois de derrotado o chefe final, coube a nós reunir todos aqueles moedões do DK (penamos muito pra achar o último) e ver o nosso save completinho (mas também, só pra isso mesmo. Porque aqueles DK não te dão nada além de satisfação pessoal, né?)

Bom, essa é minha história sobre este jogo que pessoalmente considero como o melhor da série Donkey Kong. Claro que tenho quilos de histórias com relação a esse jogo, algumas envolvendo vassouradas em videogame, cartucho arremessado de cima da cama, TV com som Mono enfeitiçada, textos em francês, dicionários de inglês e por aí vai. Se fosse contar tudo, daria pra escrever um livro, mas isso fica pra outra Start Pausa =P

Ah! Espero que tenham gostado! E quem ainda não jogou nenhum Donkey Kong, faça o favor de fazê-lo!

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