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Aaaaargh Brasil

A cada ano a Nintendo produz uma lista dos países com os maiores índices de pirataria, e por mais um ano seguido, o Brasil está na lista.
O relatório que é entregue ao Escritório de Representação Comercial dos Estados Unidos, mostra os governos que, na visão da empresa japonesa, não combatem com eficiência a pirataria. Na lista desse ano a única mudança em relação a lista passada é a exclusão de Hong Kong e a inclusão da Espanha.
Segundo o relatório da Nintendo, o governo brasileiro não esta tomando medidas necessárias para que as copias ilegais não cheguem ao pais. Como exemplo a Nintendo destaca que no ano de 2008 a alfandega e o controle de fronteira do pais, não fez nenhuma apreensão de produtos falsificados da Nintendo.
No topo da lista esta a China que fabrica compulsivamente os produtos da Nintendo, que são vendidos tanto internamente como em mercados mundiais. Já a Coreia do Sul, que se encontra em segundo, o grande problema não é a produção de produtos falsificados e sim os dispositivos que permitem que cópias ilegais rodem em videogames da Nintendo.
Fonte: jogos.uol.com.br















humm……. acho que agora eles estão sabendo o motivo da grande venda dos consoles Wii !!!
E qual a outra alternativa? Importar com as taxas e impostos absurdos?
Retirem uma dúvida: a Nintendo tem representante OFICIAL no brasil? Pq importar pela latamel – se é que ainda existe – e nada é a mesma coisa.
Besteves tem saudades da TecToy/Sega e da Nintendo/Gradiente…
@besteves: Dá última vez que eu li sobre isso a nintendo estava com planos de ter um representante oficial, mas isso só iria se concretizar se o BR mostrasse uma politica eficiente de combate a pirataria.
shaolin tem MUITAS saudades da TecToy/Sega e da Nintendo/Gradiente
@shaolinmaru
Aí fica akele bate-volta: só compramos originais com preço ‘comprável’ se eles estiverem aki, mas eles só vem pra cá se comprarmos originais…
Besteves é a favor da propriedade intelectual e não usa SOFTWARE/JOGOS piratas, mas é a favor do TPB!
Bestedit:
O presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, Luiz Paulo Barreto, afirmou que a crítica da fabricante japonesa de videogames Nintendo sobre a atuação do Brasil na repressão ao comércio de produtos ilegais “chocou” o órgão colegiado -formado por 13 entidades públicas e 7 privadas. Segundo ele, os “ataques” foram feitos de forma “leviana, equivocada e imprecisa”.
Conforme noticiado ontem pela Folha, a fabricante do Wii reclamou a autoridades norte-americanas da pirataria no Brasil e pediu medidas para combatê-la. Segundo a Nintendo, no ano passado nenhum produto ilegal da empresa foi apreendido pelos agentes de fronteira no Brasil.
“As declarações foram recebidas com surpresa e irritação. Não consigo entender, porque foi muito estranho: uma empresa japonesa reclamar ao governo americano da atuação do Brasil”, disse o presidente do conselho, que também é secretário-executivo do Ministério da Justiça.
Segundo ele, no ano passado, 847.334 CDs de games piratas foram apreendidos no Brasil, e o Wii aparece como um dos principais modelos retirados do mercado clandestino. Outros 204.828 games para computador, incluindo os da marca Nintendo, também foram apreendidos.
“Há um reconhecimento internacional sobre o avanço do Brasil no combate à pirataria. Em 2007, o Brasil saiu da “black list” [lista negra] em uma avaliação que é feita pelos EUA dos países. Fomos para a “watch list” [lista de observação]. Só se os ataques da Nintendo forem uma estratégia para voltarmos para a lista negra, mas aí é um tiro no pé porque estão atacando seus próprios parceiros”, afirmou Barreto.
Ele acrescentou que a Abes (Associação Brasileira das Empresas de Software), uma das entidades com acento no conselho, há três anos vem desenvolvendo uma parceria com o governo para a capacitação de funcionários públicos para o combate a produtos piratas. A associação, diz ele, relata que há uma tendência de queda no índice de pirataria no Brasil.
Barreto declarou que, além de medidas repressivas, a pirataria precisa ser combatida com mudanças na estratégia comercial das empresas, que deveriam rever seus preços.
fonte: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2009/2/27/conselho-se-diz-chocado-com-criticas-da-nintendo
Besteves deataca o “a pirataria precisa ser combatida com mudanças na estratégia comercial das empresas, que deveriam rever seus preços.”… Go go go valve!
@besteves
Culparam as empresas pelos preços e não os impostos….
destaque para: CDs de games
Em época de carnaval:
Pirataria:
China, NOTA: … 10
Brasil, NOTA: … 10
Estados Unidos, NOTA: … 4,5
Piada mal feita.
Fatos:
- O preço de um jogo original é MUITO caro.
- A dificuldade de arrumar um jogo original é ENORME.
- A facilidade de se arrumar um produto pirata é também alta
- O preço deles é baixo.
- Os impostos de importação deste país são exorbitantes. Importar qualquer coisa é a morte!
Juntando tudo isso é impossível alguém reclamar, tanto de um lado quanto de outro. Se as empresas não reverem seus modos de trabalho para com o Brasil, a pirataria irá continuar de uma maneira ou de outra.
Porém, ao mesmo tempo, o governo deve melhorar sua política de impostos e de combate e juntos, tanto empresa quanto governo, devem tentar negociar uma facilitação para a entrada de produtos originais no país, este seria o primeiro passo para diminuir a pirataria: dar possibilidades de compra de produto original para a população.
@Diego
> O preço de um jogo original é MUITO caro.
O preço original não é caro. Um moleque nos USA compra um jogo de PS3 NOVO com a mesada e sobra grana pro lanche. A coisa melhora ainda mais se ele compra em leilões de usados.
Nós somos desfavorecidos pelo CAMBIO. Com o dólar a R$ 1,60 um jogo original custaria menos de R$ 70! Ah, se eu ganhasse em dólar…
> A dificuldade de arrumar um jogo original é ENORME.
> A facilidade de se arrumar um produto pirata é também alta
Um jogo original é tão dificil de encontrar quanto o pirata. Eu saio aqui do trabalho, passo por lojas que tem jogos de XBox e PS3 originais tanto quanto por barraquinhas com copias de jogos de PS3.
Claro, o preço do jogo original nessas lojas É exorbitante. Mas faz uma conta no ebay, consegue um cartao de credito internacional, e tu encontra jogos abaixo de $20.
> O preço deles é baixo.
O preço é baixo, mas a margem de lucro é 3092342 vezes maior do que quem vende originais. Um dvd bom custa menos de 2 reais, e um jogo pirata pode ser vendido por R$25
E tem gente que compra jogo pirata e se acha esperto -_-
Eu JOGO jogos piratas. Mas eu consigo eles sozinho. Me RECUSO a dar tanto dinheiro pra quem só teve trabalho de gravar um jogo quando eu faço isso pelo mesmo custo.
> Os impostos de importação deste país são exorbitantes. Importar qualquer coisa é a morte!
Tenho 9 jogos de PS3, 6 deles eu comprei lá fora e não paguei imposto nenhum. Inclusive Beowulf pela bagatela de $6. Voce precisa ter as manhas: não compre jogos de importadoras, importe você mesmo
> Todo o resto que voce disse
Concordo em genero, numero e degrau. Temos brecha pra driblar os impostos mas elas restringem o que podemos comprar. As empresas não criam canais mais faceis para que os jogos entrem no Brasil.
A PSN (e os equivalentes de loja virtuais dos outros consoles) por exemplo é uma otima maneira para se conseguir um jogo original baratinho.
@Ogro Himself
>Tenho 9 jogos de PS3, 6 deles eu comprei lá fora e não paguei imposto nenhum.
Vc não mora em MG, certo? Meus Gow 1 e 2, Disgaea, Oblivion, Fallout 3 (toos de Ps2/3); Baldur’s Gate Collection e Icewinda Tales Collection (de PC) são TODOS importados – maioria via e-bay ou estarland – e TODOS tachados. Os unicos games que tenho e não comprei ‘direto’ foram o MGS – que veio com o PS3 – e o GTA 4 CE, que consegui com um cara do RJ num preço BEM legal.
O que me matou foi o Oblivion (GoY): paguei aproximadamente 50 reais pelo jogo, á com frete, e , salvo engano, 45 de imposto. Por esses – e outros – sou favorável ao Steam, PSN/live/whatever, onde (por enquanto) não podemos ser taxados. Se bem que pra comprar na Psn só com Amex, então…
Besteves agradece por ter uma conta conjunta pra baixar na Psn com alguém que tenha Amex!
@Lucas Antônio aí é que tá.. _quem sabe_ se tivesse algum incentivo fiscal as coisas não melhoravam? E quem sabe talvez a Nintendo até não baixasse os preços?
O governo não ve que eles perdem muito mais com esses encargos fiscais absurdos nos games. Se o preço fosse acessível (isso é, se o imposto fosse baixo) muita gente ia largar de comprar piratão pra comprar tudo certinho, OU NÃO. É aquilo né: a gente tá no Brasil, a terra do “to pouco me @#*¨%$”.
“E que se foda os video games no Brasil”
É para não ter que me sentir mais culpado/raivoso que eu vou comprar um Zeebo!! XD
Pra variar….
@Besteves
se voce comprou um jogo de uma pessoa fisica no ebay e custo do envio + produto sao abaixo de $50, voce NAO paga imposto. nao importa se eh MG, RS ou qq outro canto do pais
as pessoas acham que tem fiscais da receita taxando os produtos, mas quem faz isso sao os correios! e muitas vezes taxam produtos indevidamente porque as pessoas nao conhecem a lei ou nao reclamam por seus direitos
Se voce foi taxado indevidamente, procura a receita federal da sua cidade e reclame. leve as notas fiscais e fatura do cartao de credito para comprovar o valor pago.
Pirataria sempre vai existir no Brasil em grandes proporções me admira que alguem tem esperança que daki 20 anos isso vai estar melhor!
@Arch
Quantos anos voce tem? Se tem mais de 25 anos, vai lembrar da epoca que o Atari dominava o mercado e os jogos eram todos originais (e bem baratinhos). E pelo que me consta, o Master System tambem não foi pirateado.
Jogos de PC eram copiados livremente, mas pombas, PCs não existiam em grandes porporções na época.
Quem trouxe a pirataria de games pro Brasil foi o Nintendinho, depois SNES e Mega Drive. E na época eram chamados de “cartuchos do paraguay”, nem se falava em pirataria. Alguem aqui já quebrou os pinos do SNES para encaixar jogos importados?
@Ogro
Mas o que tu esque é q antigamente o Dolar custava $1 ao contrário de hj que é $2,40 ou seja lá qual for o valor
flws
é muito dificil a pirataria no brasil, pois tudo que não tenha valor no brasil vem com aparentemente 400% de imposto; ou seja totalmente desnecessário, vejam por exemplo diablo2 hoje em dia ele custa 25 reais os 2 cds Diablo2 e Expansão; mas na época eram seus 100 reais.. e isso é totalmente ridiculo pois era pra ser esse preço desde do principio
por esses motivos a pirataria nunca vai parar
Olá!
Não estou muito afim de entrar nas discussões acima, por isso só vou comentar a nota. Bem, o Brasil só vai sair desta lista quando possuir uma educação pública e familiar de qualidade (ou seja, pra muitas pessoas isso é igual a “nunca”). Mas também os jogos originais quando chegam aqui não ajudam com os seus preços. Ou seja, é um acúmulo de erros de ambas as partes que torna toda a situação pior, e ninguém quer admitir a culpa ou tentar algo para mudar esta realidade.
Até and Bye…
tudo bem q começou com onintendinho mas vamos aos fatos qdo saiu o psone daew a coisa ferrou de vez kebrou locadoras ew tudo mais
Sou contra a pirataria, mas conheço amigos que compraram o Wii por causa disso, ou o 360 que não funciona direito mas tem jogos piratas.
@dico
nao esqueço nao, se vc ver o meu primeiro comentario desse post vai ver q eu nao falei que os JOGOS sao caros, falei que o CAMBIO nos desfavorece. E a $40, um jogo sai menos de R$120, se for um lançamento FODA é um preço razoavel. Se nao for, vale a pena esperar um tempo e comprar de segunda mao.
@pedrao
O diablo ta barato hoje porque eh um jogo de geracoes atras, cara. Tem mais a ver com oferta e procura do que com imposto
@sergio
foi bem antes do psx, cara. Nintendinho, SNES e Mega Drive era tao facil conseguir jogos piratas no comercio quanto eh hoje em dia.
A diferenca principal eh q no psx voce consegue piratear o jogo EM CASA. E a nintendo tava reclamando justamente da fiscalizacao de fronteira no Brasil, nao da fiscalizacao interna…
@Ogro Himself Cara aquela época não era tão facil piratear a industria do game não ganhava tanto dinheiro. Agora vai ter sempre nego hackeando sistema e descobrindo formas baratas pra piratear! E naquela é poca a pirataria não era tão forte em quase nada. Era mais produtos trazidos de outros paises ilegalmente mas não pirata
@Arch
Era mais facil que hoje em dia porque nao havia PROTECAO. Nao era necessario hackear, apenas copiar!
Pirataria nao existia porque nao era necessaria. O cartucho de atari era MUITO barato. Eu era pobre que nem um ratinho de igreja e tinha VARIOS cartuchos, comprados com minha mesada!
Vide os clones de nintendinho e atari que existiam no brasil. Lembra do Phantom System e o Atari CCE? Naquela epoca as fronteiras eram fechadas para comercio com o exterior e só no governo collor foram abertas. Empresas brasileiras CLONARAM esses games, entao nao fique achando que nao era facil piratear, rapaz.
Os cartuchos de Nintendinho, SNES e Mega Drive que chegavam ao brasil nao eram apenas produtos trazidos ilegalmente. Muitos deles eram sim falsificações vindas da China (lá é tudo pirata).
@Ogro não havia proteção, mas que recursos tinha para piratear!?? Não tinha uma midia que tu compra em qualquer esquina e não havia gravadores dessa mídia acessivel ao público. Pra que PROTECAO!?
Bom na época do atari cara não posso opinar não era dessa geração cara sou do Mega Drive pra frente
Que bonito. Tá ai um ranking que eu não gostaria de ostentar.
@Arch
Ninguem conseguia piratear em casa, mas qualquer fabriqueta de fundo de quintal de Hong Kong copiava cartuchos. Eles eram contrabandeados E eram piratas. Nao eram necessarios meses a espera de um hacker espertinho que quebrasse o bloqueio do game.
A unica diferenca da pirataria de antes para a atual eh nas maos de QUEM ta o poder de fazer essa copia.
Ela era tao difundida quanto é hoje, tanto q meu Mega Drive era japones, nao rodava jogos originais e eu conseguia os jogos muito facilmente.
As coisas hoje em dia mudam muito mais rapido. Dependendo o rumo que tomarem, no Brasil pode ser viavel ser gamer sem pirataria SIM. Basta termos de novo um mercado parecido com o da epoca do atari…
eu fiquei lendo essa discussão e esqueci oq ia comentar o.o’
ah é! XD eu.. bom ainda tenho um mero PS2… NINGUÉM NUNCA COMPRA um jogo original de PS2. Mas, ralmente eu só compro um jogo de PS2 quando estou com, ralmente muuuuuita preguiça… Jogos de Wii e XboX 360 vc pode baixar no pc e ainda ter muito espaço livre em seu HD… (lembrando que download e pirataria são coisas diferentes) e creio q esse seja um motivo pelos quias esses 2 consoles vendem amis que o george foreman grill… digo… XD PS3. Só q esse negocio de ban dos modos on-line foram um bom incentivo pra neguinho compra jogo original o.o o problema, é que menores de idade como eu não tem o minimo de recursos para convencer aos pais a importarem eles mesmos jogos para seus pimpolhos XD
por tanto, na minha atual situação… um jogo original quebraria as perna o.o
mais uma coisa
desde quando a nintendo liga pro Brasil? XD Desde quando qualquer impresa de games liga pro brasil? XXDD
@Ogro
A cara não sei acho que hj a pirataria é muito mais difundida que antes. Agora tu mesmo pode ir lá e baixar um jogo e jogar no teu xbox desbloqueado. Cara não importa pra eles (nintendo, sony, etc…) quem tá pirateando cara o que importa é que tem nego pirateando e vai ter sempre aqui no Brasil, cara tirando eu não conheço um gamer pessoalmente que compre jogos originais cara.
@Phill Devil
Mas ela não liga para o Brasil pelo fato de “ninguem” comprar original aqui. E Download é pirataria brother, tu não tá pagando pelo trabalho que os criadores do jogo estão vendendo cara, ao contrário da era 16 bits que não conhecia ninguem comprava pirata.
@Arch: Download é pirataria sim, no sentido prático da coisa. Mas eu sempre vou preferir comprar DVD-R numa papelaria ou loja qualquer e sustentar um mercado mais honesto do que pagar pra alguém algo que eu e qualquer ser com PC e banda larga em casa pode fazer sozinho. É “menos pilantra”, no lado ético da coisa, mesmo que na prática eu não esteja pagando o serviço de quem fez.
Quanto ao lance da discussão toda de pirataria, acho que tem que rolar inicialmente uma maturidade do próprio consumidor. Na era playstation eu era aborrescente e, como todo moleque da minha idade, eu me via no direito de ter MILHÕES de cds com jogos gravados comprados em ex-locadoras e barraquinhas. Me pergunta quantos jogos eu realmente joguei. Na boa, a gente precisa de TUDO isso? É só por que é barato ou grátis?
Agora minha visão, como um consumidor de jogos já mais amadurecido é algo que considero justo: não vou apoiar cegamente os impostos exorbitantes sobre o produto físico aqui no Brasil – que são abusivos – mas vou apoiar sim qualquer iniciativa de oferecer jogos a um preço acessível ou de uma forma que não quebre o esquema dos caras que recebem pra me entreter. A revista Fullgames lançou Resident Evil 4 recentemente por míseros dezesseis reais, meu deus! E tem leilão no eBay, tem steam, tem formas de comprar um jogo honestamente sem doer no bolso.
A merda é que a pirataria no Brasil e os impostos impedem a gente fazer o que justamente seria mais simples: ir em uma loja e comprar o jogo de fato.
@Arch
Eu já acho que é tanto quanto antes, nem mais, nem menos. A diferença real é a origem desses jogos.
Se tu não conhecia ninguem que comprava jogos piratas na era 16-bits, muito prazer, meu nome é Thiago. Eu tinha uma caixinha de cartuchos piratas de Mega Drive e a maioria dos cartuchos que eu alugava na locadora também eram.
Caraca, pra ver que pirataria gera discussão até não poder mais.
Pois é a discussão ta calorosa aqui!! o.O
Num vou nem comentar que a culpa da pirataria é do consumidor que consome esse tipo de material falsificado. Se fossemos mais éticos não existiria pirataria porque não teria marcado pra isso coisas.
É tudo uma questão de educação. ^^
@Ogro Himself
Muito prazer cara!!
hehehehehe acho que pra este post tá suficiente já a discussão, um dia no skype nos discutimos essa parada
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