SQ: Mass Effect 2, Nier & RE5LN
dez
27

Level 0 – Boas Festas!

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Esperamos que todos vocês tenham passado um ótimo natal com muitos jogos e achievements, e que no ano novo seja melhor ainda! 2010 está chegando e estamos com grandes planos para o NowLoading e também para o Level 0. Fiquem com uma pequena ilustração comemorativa que fizemos para desejar um feliz natal (mesmo que um pouco atrasado) à todos vocês.

Esperamos que tenham gostado do nosso trabalho até agora e prometemos continuar melhorando!

Level Zero no Twitter@lvlzero
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dez
25

Round #71: GameScore [ Jesper Kyd ]

Feliz Natal, nação Abkani! Chegamos ao último programa do ano, e setenta podcasts depois, o NowLoading continua firme e forte como seu podcast (quase sempre) semanal de games! E pra finalizar um ano tão igualmente bom e complicado vamos dançar, pular e bater na cabeça com um pedal de bateria em mais um GameScore!

Para essa edição temos os completos desentendidos de música André ‘Majin’, Slash/Rick e diegogc fazendo novamente algo diferente. Teremos hoje um GameScore praticamente biográfico: falaremos sobre a vida, carreira e selecionaremos nossas composições favoritas de um dos mais aclamados compositores ocidentais da última década: o versátil e genial Jesper Kyd.

E claro, não poderíamos deixar de ir um passo além e convidamos o próprio Jesper Kyd, compositor de séries como Hitman e Assassin’s Creed, para uma entrevista exclusiva, onde ele conta sobre o início de sua carreira, sua relação com a I-O Interactive, sua visão sobre o atual cenário da Game Music e muito mais, além de, claro, selecionar suas três composições favoritas para nosso deleite.

Confira a setlist:

01. Apocalypse (Hitman: Blood Money)
02. Mad Hatter (Batman & Robin)
03. Track 03 (MDK2)
04. Ezio’s Family (Assassin’s Creed 2)
05. The Penthouse (Hitman 2)
06. Afterburn (Unreal Tournament 3)
07. Vegas (Hitman: Blood Money)
08. Escape From Florence (Assassin’s Creed 2)
09. Welcome to Fyrestone (Borderlands)
10. Access the Animus Pt.1 (Assassin’s Creed)
11. Main Title (Hitman 2)
12. Sanctuary (Assassin’s Creed 2)

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dez
23

Underground Gaming #18: Bomber Hehhe!

Underground Gaming

E a procura pelo jogo oriental bizarramente perfeito continua. Já passamos por tanta coisa que fica até complicado recapitular, mas uma coisa eu não esqueço: Suzuki Bakuhatsu. A moçoila que arrisca a vida desarmando bombas, caiu certamente no agrado de muitos fãs da beleza oriental e dos poucos jogadores realmente interessados em desvendar os segredos que uma laranja explosiva pode trazer.

Enquanto escrevia está coluna, (preciso entregar o jogo para vocês— a Underground Gaming que vocês estão lendo foi escrita a mais de um mês) fiquei pensando em uma coisa: o diferente da Suzuki é o fato de desarmar bombas, certo? Porque armar elas todos os jogos fazem.

Não é verdade? Qualquer jogo de ação que se preze tem uma fase onde você deve meter explosivos em algum lugar e por tudo para os ares. Não precisa pesquisar muito, do Bomberman ao GTA, sempre terá a fase dos explosivos. Vamos ser sinceros, na vida real nunca daria certo sair espalhando bombas sem, no mínimo, perdermos uma mão. E deste pensamento idiota que saiu a última Underground Gaming de 2009, mostrar um game onde espalhar bombas é coisa séria! Conheçam: Bomber Hehhe!

Bomber Hehhe!

Ah! O que seria dos nerds sem a Discovery Channel! Único canal que presta de toda a TV a cabo e que tem, entre milhares de bons programas, a maravilhosa série dos demolidores de prédio. Toca bomba aqui, calcula o tempo dalí, amarra cordãozinho acolá. Depois de tudo pronto: BUUUMMMM!!! O prédio vem abaixo desmoronando em cima dele próprio. É tão belo e complexo o espetáculo que dá vontade de tentar explodir nossa própria casa. Mas existe algo semelhante nos videogames? Existe! Bomber Hehhe! (ボンバーへッヘ) que em uma tradução literal do japonês para o português significa: Bombardeiro Hehhe! (é, nem sempre os nomes tem significado).

Lançado exclusivamente para Dreamcast em agosto de 2001, ele saiu apenas no Japão, o que é uma besteira falar, afinal, você está lendo a Underground Gaming, mané.

A ideia parece simples: instale explosivos em diferentes construções para no final colocar tudo abaixo. Como dito— parece simples— mas na verdade, é um dos jogos mais complexos que conheci, porque não é fácil espalhar explosivos para conseguir uma queda perfeita, fazendo a construção cair perfeitamente, sem estragar nenhum prédio ao seu redor.

Imagine a cena: Você foi contratado para implodir um antigo prédio de cinco andares. A prefeitura achou melhor tombá-lo, pois a estrutura estava comprometida e velo em ruínas era questão de tempo. Só que ele está em meio a outros prédios bons e seus moradores não querem perder suas casas. Em um mundo dos videogames normais você encheria de bombas, explodiria o quarteirão e pronto! Tem espaço para 300 novos prédios, entretanto, no mundo bizarro da realidade japonesa as coisas não funcionam assim. O certo é instalar bombas nos principais pontos de apoio da construção para garantir que ele desabe dentro dele mesmo, ou seja, fazer uma grande implosão e não uma explosão. Imaginou? Está é a primeira fase do game!

O jogo oferece diferentes tipos de bombas que devem ser utilizadas. Saber o funcionamento de cada uma delas é absolutamente necessário. Umas explodem em baixa superfície, mas em um imenso raio, devastando qualquer coisa abaixo dos 30cm. Outras têm um raio de explosão muito pequeno, no entanto funcionam como um foguete em alta temperatura, queimando tudo que tem acima. Ótimo quando não se podem explodir os lados, pois tem alguma construção em volta. Enfim, diferentes bombas, diferentes resultados. Agora vem o mais complicado: todas as explicações estão em japonês e por isso criei o vídeo abaixo onde explico tudo que está escrito.

Garanto que quem for jogar não se arrependerá. É sensacional colocar um prédio com mais de 20 andares abaixo ou uma antiga base de alienígenas. Depois de tudo instalado, ver o vídeo com a série de explosões é uma sensação gratificante de trabalho cumprido, ainda mais quando tudo ocorre perfeitamente.

Bomber Hehhe! tinha previsão de ser lançado no ocidente, porém os atentados de 11 de Setembro de 2001 deixou a Sega receosa e acabou cancelando a versão ocidental e, inclusive, parou de comercializar a versão japonesa, se tornando um jogo bastante raro de se adquirir no meio convencional. Uma pena. Hoje em dia, este jogo cairia muito bem nos consoles da nova geração. Só falta algum japonês maluco ter a ideia.

Fiquem agora com o vídeo onde ensino como se jogar o game. Ah! Este vídeo está em 480i então se quiser espiar em melhor qualidade é só dar dois cliques na janela e ser redirecionado para o Youtube!

Críticas, sugestões, DINHEIRO? Mande um e-mail para pablo@nowloading.com.br

Boas festas a todos e até semana que vem!

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dez
22

Start Pausa #32

E chegamos a mais uma Start Pausa aqui no NowLoading com uma história que representa bem a época atual. Hoje o ouvinte Bruno nos conta toda a sua saga com seu MegaDrive 3, que como muitos de nós, teve seu início numa noite/manhã de Natal. A magia dessa época misturada com o fato de você ganhar o seu primeiro videogame… Eu não sei vocês, caros leitores, mas com certeza um dia eu quero que o meu filho(a) tenha esse tipo de sensação, nessa mesma época do ano, assim como eu tive, vide Start Pausa 1 onde comentei que ganhei meu Nintendinho numa noite de Natal, apesar de estar esperando um SNES =P

Fiquem com o relato dessa semana e um Feliz Natal a todos os colaboradores e comentaristas que me ajudaram enviando histórias durante o ano todo e mantiveram a Start Pausa viva. Tenho histórias até o início de janeiro e isso é graças a vocês! E que venha 2010!

A vida dessa coluna depende de vocês! Estejam convidados a participar com seus relatos, mandando e-mails para diego@nowloading.com.br.

Plataforma: Mega Drive 3
Desenvolvedora: Sega
Player: Bruno AkA Dick.RJ

Na infância meu sonho era ter um videogame. E como uma grande benção, por volta de 5 ou 6 anos, ganhei um Megadrive 3 [Love Tec Toy!]

Meu primeiro jogo foi Mortal Kombat II, um jogo desapropriado, a maioria poderia dizer, mas que realmente me prendia na tela e ajudou em muito a desenvolver coordenação e reflexos, devido aos movimentos e golpes rápidos.

Só para constar meus pais diferentes de boa parte do pessoal “politicamente correto” nunca acharam que o jogo me transformaria numa versão psicótica de Chuck Norris. Ao invés disso me ensinaram que no videogame vale tudo mas na vida real existem limites, afinal machucar alguém por nada não é divertido. E com essa lição me deixavam jogar.

Junto com meu MKII eu tinha uma fita do Sonic 1, que era a minha paixão. Por dias e noites eu ficava totalmente distraído de tudo a minha volta, por piores que fossem os meus problemas, o controle do meu MD3 era um verdadeiro santuário com 9 botões.

Todos os dias ao voltar pra casa eu me sentava na sala para jogar e esquecia totalmente os problemas da escola. Se tivessem me batido ou implicado comigo… fosse o que fosse, minha cura era pegar aquelas argolas, acelerar e chegar à plaquinha final ou mesmo executar um golpe perfeito no último instante e ser o campeão do MKII [coisa que eu só consegui 10 anos depois aos 15, aquele jogo era realmente difícil! XD].

Mas esses momentos só foram possíveis graças ao meu padrinho. Numa viagem para SP, meu padrinho me deu de Natal aquela caixa enorme até ali embrulhada num papel vermelho e dourado bem natalino.

Era uma manhã de sol e um pouco fria em São Paulo. Já eram as férias de janeiro, mas meu presente havia ficado me esperando lá, inerte, até aquele dia. Quando eu tirei o papel abri um sorriso maravilhado e simplesmente não sabia mais o que fazer. Eu sabia o que era aquilo pois já tinha visto gente jogando videogame uma vez, mas não fazia a mínima idéia de como realmente era ou simplesmente do que fazer no momento.

Depois de muitas conexões de fios na tv, fios no aparelho, uma pecinha retangular até aquele momento totalmente desconhecida pra mim, entre outros fios, aquela máquina maravilhosa foi ligada. Quando vi nem mesmo acreditei que era verdade e pensei estar sonhando. Pensei estar louco, pensei tanto que quando meu pai me deu o controle nas mãos eu fiquei paradão sem nem mesmo conseguir me mexer…

O cartucho usado foi o já mencionado MKII da Acclaim e de cara escolhi o lutador com quem mais simpatizei que na ocasião foi o Liu Kang. Luta após luta, derrota após derrota, finalmente consegui uma vitória e comemorei sem saber que da manhã só havia a lembrança pois já era meio dia. Fiquei estarrecido pois pensei: “como tanto tempo passou tão rápido?! Eu só consegui ganhar 1 vez e já tá na hora do almoço?!”.

O megadrive fez toda a minha infância, quando eu tinha por volta de 8 anos e o console uns 3, o botão de ligar deu defeito. Por sorte havia um rapaz na cidade que trabalhava com consoles e rapidamente o defeito foi resolvido. O interessante é que ao visitar a loja e vê-lo trabalhar, me tornei um curioso e em seguida um expert em conserto de Megadrives. Anos depois, por volta de meus 13 (e dos 8 de meu Megadrive) ele apresentou outro defeito: reiniciava sozinho. Na época, seria necessário uma cadeira de madeira e 10 listas telefônicas depositadas em cima do aparelho para corrigir o erro para alguns, mas resolvi apenas colocando uma borracha de escola novinha que eu tinha acabado de ganhar debaixo do chassi do aparelho para pressionar o chip da placa de circuitos.

Infelizmente após tantas alegrias e tanto trabalho, meus controles quebraram, por volta de meus 16 e dos 11 anos de convivência com o meu Megadrive. Consegui por várias e várias vezes conserta-los, porém chegaram a um ponto onde nenhum dos meus remendos poderia resolver o problema. Naquele dia senti uma profunda tristeza e com um pouco de magoa abandonei os controles ainda com os fios cortados em minha gaveta vazia, onde ficava guardado o aparelho.

Porém agora há uma nova luz para meu Megadrive. Ultimamente, no caminho para a minha academia vi um rapaz que tem uma barraquinha vendendo controles de Megadrive. Ainda não tenho dinheiro para compra-los, mas assim que tiver garanto que o farei e voltarei a minha antiga jogatina e relembrar toda a mágica que esse videogame trouxe para a minha infância gamer.

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dez
21

Pesquisa NowLoading: Segunda Chamada!

Pesquisa NowLoading

Pois é! Como foi dito no Round #70 essa é a última semana para você, leitor/ouvinte relapso responder à nossa singela pesquisa e concorrer à um fantástico action figure de Street Fighter IV, do Akuma!

akuma

Reiteramos a importância dos resultados dessa pesquisa para o crescimento do NowLoading e mais uma vez garantimos a privacidade total de seus dados. Você não leva nem cinco minutos, ajuda seu podcast de games favorito e ainda por cima concorre ao Akuma! Vamos lá, o vencedor será divulgado na leitura de e-mails do Round #71!

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