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Fala galera, como vão? Aproveitaram o carnaval? Jogaram bastante?
Bem, neste Level Zero vemos que o comandante Shepard aproveitou…da maneira dele.
Pelos comentários espalhados pelo site percebo que muitos de vocês estão malucos com Mass Effect 2!
Com certeza é um dos meus jogos favoritos e gostaria de saber nos comentários o que vocês acham ou
estão achando da continuação da grande saga Sci-Fi dos games! Mas claro, sem spoilers!
Level Zero no Twitter – @lvlzero
Perguntas e sugestões – level.zero@live.com
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E vamos para mais uma Sessão Quinta aqui no NowLoading!
E para aproveitar o X10, evento da Microsoft que aconteceu na semana passada no dia 11 de fevereiro. Lá foram apresentadas novas informações de alguns exclusivos da empresa como Halo: Reach, Fable III e Splinter Cell: Conviction. Então, vamos a alguns outros destaques (ou não) do evento!
E começando com dos games mais aclamados por críticos e gamers, Alan Wake! Considerado por muitos como “O” Survival Horror dessa geração, o jogo da Remedy (mesma criadora do primeiro Max Payne) coloca o jogador na pele do escritor Alan Wake, na cidade de Bright Falls com uma lanterna na mão. Sim, a sua maior arma será a luz e a narração será feita pelo próprio Alan, dando um clima de como se ele estivesse lendo um livro.
O game está previsto para 18 de maio, para X360 e PC. Então fiquem atentos aqui no NowLoading sobre esse mega lançamento!
Continuando com Dead Rising 2 que, diferente da sua versão anterior, não é mais exclusivo para X360 e terá versões para PS3 e PC também. Agora nas mãos da empresa canadense Blue Castle Games, e não mais na de Keiji Inafune, apesar dele se manter a distância no projeto.
Outra novidade é o personagem Chuck Greene, um motoqueiro que vai para uma cidade no estilo Las Vegas para se divertir. O que ele não esperava é que uma infecção afetasse a todos na cidade, ou seja, se no primeiro jogo tinhamos um shopping inteiro, em Dead Rising 2 teremos uma pequena cidade cheia de zumbis pra nós!
O game promete um multiplayer em que, pra quem já jogou Dead Rising sabe, o improviso é a melhor arma. Cabeças de alce, lixeiras, serras elétricas combinadas com remos. Quase tudo é arma no game. Confiram o vídeo abaixo, onde mostra um pouco da jogabilidade e o que é possível fazer em mais essa franquia de zumbis da Capcom.
E finalizando com mais uma sequência: Ninety-Nine Nights 2 teve mais um trailer apresentado no evento e tem previsão para ser lançado somente para X360, ainda em 2010. Apesar do primeiro game não ter sido muito bem recebido, o segundo está sendo refeito para não cometer os mesmos erros que o seu antecessor. Tanto que o criado Testsuya Mizuguchi não está mais no comando, e sim os coreanos da Phantagram e Feelplus.
O novo capítulo do hack and slash trará centenas de inimigos na tela e um sistema de batalha mais complexo, em campanhas com até 5 personagens diferentes incluindo humanos, elfos e goblins. Para você ter uma idéia do que te espera em quantidade de inimigos, confira esse trailer!
E ficamos por aqui com mais esta Sessão Quinta. Caso queiram mandar sugestões, fazer críticas, elogios ou comentários, mandem e-mails para diego@nowloading.com.br.
Até semana que vem e Mission Complete!
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Imagine a cena: você em casa comemorando o aniversário junto com sua família. No meio da noite bate aquela fominha e é hora de chamar um boa de uma pizza para tapar o buraco no estomago. Você, como bom anfitrião que é, pega o telefone e liga para uma tal pizzaria chamada Sensational Cafeteria e encomenda algumas pizzas. Pouco tempo depois recebe não só os maravilhosos e engordativos acepipes como uma armadura poderosíssima que o deixa mais forte e mais rápida. Legal, né? Eu ia adorar o presente, pena que no dia seguinte a mesma pizzaria retorna a ligação dizendo que, ou você paga o salgado preço da armadura, ou será preciso devolvê-la. Difícil decisão e o tema desta Underground Gaming:
Rent- A – Hero
Já dei toda a introdução da série. Toda a história rola em torno da bendita (ou maldita) fantasia super poderosa. A diferença principal é que neste caso o nosso herói (conhecido como Yamada) acha uma solução nada convencional —ser um herói de aluguel— que tal?
Bizarro! Fale a verdade, ser super herói é um saco. Você precisa acordar cedo, salvar pessoas das mais diversas características e tudo isso de graça. Sem contar que existem as aflitas com mau cheiro, obesas e até mau hálito. Não é certo fazer tudo isso de graça, pelo menos eu acho.
Em 1991 a Sega japonesa desenvolveu Rent-A-Hero (レンタヒーロー) para Mega Drive. Uma mistura de adventure/RPG e jogo de luta que rapidamente caiu no gosto dos jovens nipônicos. A jogabilidade, como pode reparar, é bem variada. Ele funciona sim com um RPG onde se sobe de level, ganha-se skills e experiência normalmente. As batalhas não são lineares como nos Final Fantasy da vida, onde tudo acontece durante turnos, e muito menos na ação direta do Zelda. Em Rent- A- Hero quando se entra em uma briga a coisa vira um jogo de luta e é preciso baixar o sarrafo no miserável. Conforme for subindo de nível, novos combos são destravados deixando os combates ainda mais intensos. O principal atrativo do jogo não é o RPG, jogabilidade, muito menos a música. O aluguel de super herói se destaca pelo excelente bom humor nos diálogos e nas ações.
Além da versão para Mega Drive saiu também outras duas. A primeira para Dreamcast chamada Rent –A –Hero Nº 1, é o mesmo jogo da antiga plataforma da Sega com gráficos 3D e totalmente reformulada. Poucos anos depois o Xbox ganhou um remake do remake, ou seja, assim como Shenmue 2, o console da Microsoft ganhou outro grande clássico da Sega. Na mesma época que a versão japonesa chegava as lojas uma versão americana era anunciada. Infelizmente, morreu aí. Nunca tivemos a versão oficial em inglês desta maravilha, mas enquanto programava esta coluna dei uma pesquisada e descobri que sim, vazou a versão final na língua yankee. Quem quiser pode dar uma rápida procura no Google que achará com menos de dois cliques a versão para download. Não posso dar o peixe aqui, mas ensino a pescar. Outra grande mudança nas versões mais atuais do game é a adição da Rent –A- Hiroko, uma heroína que de nada difere se sua versão rica no cromossomo Y.
O jogo é um clássico exemplo de título que fez legiões de fãs no Japão, entretanto nunca veio pra cá. E acreditem: fez muito sucesso mesmo! Existiu álbum de figurinhas, CDs de trilha sonora, propagandas de TV, tudo para divulgar e agradar os compradores. Talvez grande parte desta empolgação por parte dos fãs e da imprensa japonesa em torno do Rent –A- Hero seja seu produtor. Ninguém menos que Yu Suzuki está por trás da produção do engraçado RPG. Não é pouca coisa não!
Desta vez eu acabei com as imagens do jogo e deixei tudo em vídeo para mostrar a introdução maravilhosa de como Taro Yamada conseguiu a fantasia e um pouco da jogabiliade do brinquedo.
Dúvidas, sugestões, dinheiro? Mande um e-mail para pablo@nowloading.com.br ou siga-me no twitter: @pabloprime
Até semana que vem!
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Quarta feira de cinzas, e você, aí, esperando que alguma coisa aconteça!
Pois bem, o Now Loading não parou nem um segundo! Mas sendo contrário a todo o site, não vou falar de Silent Hill, como o Cast e o Start Pausa!
Atenção, os eventos desta obra épica de pura pancadaria acontecem diretamente após o fim do jogo Kung Fu de NES (Nintendinho). A trama, os personagens e desenvolvimento de roteiro são essenciais para a melhor compreensão deste jogo! Ou não!
Depois do cultuado Gravity Bone, agora chegou a hora de desligar o cérebro, plugar o joystick na USB e reduzir a paçoca no fim do saco do fim do dia de Cosme e Damião cada inimigo que aparecer!
Nome do Jogo: Kung Fu II
Gênero: Beat’em up
Roda em: Windows
Suporte a Joystick: Sim
Web Site: Oficial
Kung Fu II
Momentos se passaram desde que o protagonista da aventura 8-bitiniana concluiu sua busca, mas o dever nunca acaba para aqueles que trazem a verdade em seus punhos e pés!
Forçado mais uma vez a passar por corredores abarrotados de inimigos nosso “Ryu” busca por respostas para perguntas que não me importei de fazer por achar que bater em todo mundo era mais importante.
Pela Honra, justiça e o Button Smasher!
Gráficos:
Com gráficos ambientados diretamente no universo 8-bit alguns elementos se destacam por liberdade de criação do autor dessa não autorizada porém gratuita e sangrenta continuação.
Chefes e inimigos que variam desde minotauros, líderes de gangues, dragões e algo que só posso descrever como anões ninjas saltitantes inundam a tela com o objetivo de vencer nosso guerreiro!
Jogabilidade:
Aqui algo muda, elementos do novo mundo alcançam essa obra que parece datada mas é tão nova quanto a nova geração de consoles! Combos, tornam o gameplay viciante e transformam o jogador em um ser obcecado pela perfeição em troca de pontos e muito sangue na tela!
Outro fator que altera o jogo é uma barra de “Energy” mostra quanto poder você tem e com a progressão, novas técnicas muito familiares vão surgindo, mas o Spoiler pode estragar tudo, e por isso baixe e jogue!

Se prepare para gastar a barra de Energy!
Por fim, um sistema de Ranking de pontuação online fará com que você e seus outros amigos se esbofeteiem pelo melhor lugar no Rank. Dê uma conferida, opine, dê sugestões que o Tio Vivacqua vai levar tudo em consideração! E comente seu SCORE!
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Olá gamers de todas as eras! Sejam muito bem vindos a mais uma Start Pausa aqui no NowLoading!
Aproveitando a boa recepção do nosso remake do cast de Silent Hill, o ouvinte Gutto_Chaos nos mandou a sua experiência com o game para a Start Pausa dessa semana!
Você já teve uma crise de desespero com um game de Survival Horror? Já jogou algo extremamente assustador que marcou a sua vida de modo que você até hoje tem medo de pensar em jogar algum game da franquia? Confira o relato dessa semana e não deixe de comentar!
Mas e você? Não quer contribuir também? A vida dessa coluna depende de vocês! Estejam convidados a participar com seus relatos, mandando e-mails para diego@nowloading.com.br.
Game: Silent Hill
Desenvolvedora: Konami
Gênero: Survival Horror
Console: PS1
Player: Augusto Saúde
Tudo começou na minha época do saudoso PSOne, o branquinho pequenino, sabem qual? Tinha acabado de ganhar um dinheiro e fui na loja do “Jack Sparrow” pra comprar jogos por um precinho mais camarada.
Eu tinha uns 8 anos mais ou menos. Na época, queria um jogo frenético, com tiros e sangue. Perguntei ao vendedor por jogos com armas e ele, gentilmente, me responde “Olha… só temos este aqui com esse gênero que você quer”.
Eu devia ter notado o sorriso malicioso no rosto do vendedor. O jogo em questão tinha uma capa que pouco se via, não dava pra entender nada, somente as letras brancas escrito “Silent Hill”.
Eu coloquei o jogo no videogame, assim que eu cheguei em casa, e fui pulando todas as animações que me diziam sobre meu futuro no tal jogo. Maldita pressa.
Na tela, eu vi névoa, um homem e uma criança ao longe, que instintivamente eu começo a seguir. Entro em um beco, entro em um portão e, de repente, milhares de criaturas surgem me atacando. Eu corro pela minha vida desesperado, mas é inútil. Eu estava desarmado e as pequenas criaturas me atacavam até minha morte. Eu esperava a tela de Game Over. Ao invés disso, surge em minha frente um bar, o meu personagem e uma policial. Após um papinho, eu vou até alguns itens na mesa e os pego, pois haviam coisas interresantes lá. Quando me preparo para sair do bar, um monstro voador entra gritando pela janela, enquanto um rádio velho chia. Meu coração quase saí pela boca. Luto para sobreviver, desta vez armado, e vitorioso. Pego o rádio, pois ele chiava quando o bicho apareceu. Pode ser um sinal.
Ao sair do bar, mais e mais névoa para todos os lados. Vou explorando a cidade de acordo com o mapa, enquanto destruo a vida (ou morte) de cachorros e mais monstros voadores (“apelidosamente carinhados” por mim de Pterosauros).
Nesta altura do jogo, eu já suava e estava pálido. Não havia parado para comer, ir ao banheiro ou mesmo me limpar. Já se aproximava da meia noite no meu rélogio, e em Silent Hill, chego a uma escola, aparentemente vazia. Após uma rápida olhada numa revista que comprei sobre como resolver o puzzle proposto, a escola se transforma.
Se transforma em algo medonho, claustrofóbico, escuro, demoníaco, que até hoje assombra meus pesadelos. Vou andando, literalmente com o c* na mão, cuidadosamente “guiado” pelo rádio. Sempre que ouvia um chiado, me afastava rapidamente do local. Não queria encontrar com qualquer criatura que ali viesse a aparecer, como os cadáveres que eu havia visto antes da transformação da escola.Nestas fugas, entro em um banheiro. Vazio, sangrento.
Existe um som de choro vindo de um dos boxes. Tento ver se há alguém ali. Trancado. Tento olhar por baixo do box. Vazio. O desespero tomou conta do meu ser.
Eu, Augusto, com 8 anos, começo a chorar desesperadamente, enquanto desligava o videogame e jogava o CD longe. Virei para o canto da cama, e tentei dormir. Não consegui, por mais que as luzes estivessem acessas, ou que minha mãe estivesse por perto.
Felizmente, estava nas férias, onde eu podia dormir durante o dia calmamente. Fiquei uma semana sem tocar no videogame, e anos após este acontecido, não ouso jogar mais nenhum outro jogo da franquia. (Mentira, acabei de zerar Shattered Memories
)


















