21
Underground Gaming #5: Console Para Japonês Ver

A cultura de games no Japão é fortíssima. Como foi dito pelo Yaso, nosso correspondente nipônico, no Round #23 sobre a TGS’08, lá é comum o jornalismo diário ter um quadro somente dedicado a jogos eletrônicos. Assim como a Shūkan Famitsū, revista de grande prestígio, ser semanal como o nome diz (Shūkan = semanal). Lá a coisa é levada a sério!
Lembro, logo que me mudei para o Japão, uma das primeiras coisas que quis saber: -Onde compro um videogame?
Com a maior cara de idiota o japa me respondeu que qualquer supermercado tem sua sessão de games. Dito e feito. Fui a uma grande “depato” (loja de departamento) procurar meu sonhado console. E não é que descobri que eles ficavam na parte de brinquedos? Provavelmente aqui no Brasil isso daria muita discussão em fóruns de gente reclamando que é tratar games como coisa de criança e blá, blá, blá. Mas lá ninguém reclama. Inclusive me surpreendi ao ver um casal, na faixa dos seus 40 anos, procurando um novo jogo. Na verdade discutindo enquanto o marido querer levar um de aventura no estilo Devil May Cry enquanto a esposa argumentava que um RPG era mais divertido e perduraria mais até a próxima compra.
Deixei o casal de lado e fui procurar minha compra. Como os preços eram tabelados, sabia que independente da loja o valor a ser pago seria o mesmo. O que não esperava era encontrar alguns consoles que nunca tinha visto na vida. E daí pra frente, busquei conhecer alguns videogames que só os nipônicos tiveram contato. E selecionei três deles que certamente alguns já viram, ouviram ou até jogaram, mas a grande maioria nunca teve o prazer (ou não) de conhecer.
Sharp e Nintendo juntas produzem o Twin Famicom
A Nintendo era líder de mercado com seu Famicom (Family Computer, ou NES no ocidente) e em 1986 desenvolveu o Famicom Disk System (F.D.S.). Um hardware que incorporado ao Famicom permitia a utilização de disquetes prioritários do sistema. Disquetes semelhantes aos que usávamos no
computador, sua diferença era o tamanho inferior com apenas 2’5” polegadas. A idéia desse acessório era lançar jogos com um custo barateado ao consumidor final. E isso não foi uma boa idéia somente para os usuários. Produtoras menores entraram no ramo dos videogames pela porta dos fundos da Nintendo, ou seja, pelo F.D.S. e algumas conseguiram espaço suficiente para subir ao hardware principal. A Square é um bom exemplo disso.
A Nintendo fechou uma parceria com a Sharp para produzir um hibrido que juntasse o Famicom com o drive de disquetes atraindo novos compradores que optassem pelo produto integrado sem a necessidade de comprar duas mercadorias. Foi assim que nasceu o Twin Famicom. Console que possuía um slot de 60 pinos para cartuchos japoneses e entrada para disquetes na parte frontal. O videogame ainda vinha com dois controles embutidos muito semelhantes ao do Famicom original. Somente o Player 1 possui select e start enquanto o Player 2 vem com o microfone interno.
Algumas diferenças também foram implementadas como uma entrada extra para conectar mais controles como se fosse um multitap, usado em jogos como Moero TwinBee ou o NES Zapper, pistola do sistema. Uma segunda entrada permite conectar outro Famicom ao Twin Famicom… Pois é, ainda não entendi a utilidade de conectar outro videogame igual.
Essa foi a primeira parceria que a Nintendo fez com outra empresa para produzir um console hibrido, a última foi com a Panasonic para comercializar o Nintendo Q que usava o sistema do GameCube com leitor de DVD.
Bandai Playdia é colorido, fresco e para crianças
Pouca coisa pode ser dita sobre o console. Não existem informações consistentes sobre seu hardware. O Playdia da Bandai foi lançado em 1994, época em que o Playstation entrou no mercado com seu concorrente Saturn da Sega. Mas ele não era um concorrente da geração uma vez que ele foi produzido para crianças. A idéia era produzir um sistema que auxiliasse e divertisse a criançada com os personagens que elas sempre viam nos animes. E por isso temos jogos que ensinam inglês, matemática e japonês onde o seu professor é Ultraman. Outros títulos como os da Sailor Moon, Nintama Rentarou, dentre outros, são Quizes da série para testar o conhecimento dos pequeninos.
Mesmo tratando-se de um console para crianças, muitos otakus deixaram a vergonha de lado e compraram o videogame para jogar títulos dedicados a animes. Principalmente os da série Dragon Ball Z que lembra muito os antigos Full Motion Videos
onde à você, carece apertar a direção certa, na hora certa para dar continuidade à história.
Outro que rendeu boas vendas foram os games da série Elements Voice Series, que em cada edição convidava uma musa da dublagem japonesa para fazer uma espécie de desfile virtual mostrando a casa, passeando pelo parque, enfim, coisa que só otaku gosta.
Voltando ao console ele possui apenas um controle sem fio, que usa o infra vermelho para se comunicar com o aparelho. É bastante lenta a comunicação, por isso todos os jogos são quizes e passeios virutais no melhor estilo F.M.V. O controle tem apenas dois botões e um direcional digital que lembra o do Playstation, guardando seus devidos méritos, claro. Funciona com CDs que vinham em caixas grandes e brancas, melhor acabadas que as de CDs normais. Infelizmente o sistema não deu certo e apenas 33 títulos foram lançados. Matando-o prematuramente para a tristeza de alguns e alegria de muitos.
PC Engine para os asiáticos. Turbo Grafx-16 para os yankees
Esse não é novidade para muita gente. Até porque ele não foi lançado somente no Japão. Os Estados Unidos teve sua versão americanizada do console que, infelizmente, não vendeu bem.
Em 1987, a NEC em parceria com a Hudson Soft juntou suas forças e capital para lançar o PC Engine. Um videogame que muitas pessoas acreditavam ter 16 bits. A verdade é que a CPU principal tinha oito bits e sua PPU (Picture Processing Unit, responsável pelos gráficos) era 16 bits, o que garantia
gráficos fantásticos. Vendo o sucesso desenfreado que o videogame fazia no Japão, a NEC decidiu lançar o console nos Estados Unidos com o nome Turbo Grafx-16. Mesmo o console sendo mais potente que os concorrentes ele não obteve uma boa aceitação no mercado americano.
Enquanto o TG-16 buscava espaço nos E.U.A. o Japão aceitava bem o console e diversas versões eram difundidas. Na sua maioria apenas com a carcaça remodelada e com algumas poucas frescuras adicionais. Depois de fixar sua fatia no mercado e com o lançamento do Mega Drive no Japão a NEC lança a unidade de CD tornando o primeiro videogame do mundo com CD-ROM. Este acessório, vendido separadamente, foi uma grande vantagem diante dos seus concorrentes. Possibilitava que os jogos viessem com melhores animações, músicas e vozes digitais tornando tudo isso um grande atrativo aos consumidores.
Em 90 e 91 o mercado recebeu o Turbo Duo, uma versão única que unia a unidade de CD com o console, dando um design mais moderno e compacto. O Turbo Duo sofreu algumas alterações, virando Turbo Duo R e por final, Turbo Duo-RX, lançado em 1993 e que vinha equipado com o Arcade Card, software que aumentava ainda mais a capacidade gráfica do aparelho. Todas essas mudanças fizeram o dispositivo aumentar suas vendas nos Estados Unidos, mas infelizmente, a NEC cometeu um erro e não lançou mais jogos que chamassem a atenção do público.
O videogame durou até ficar obsoleto em ambos os países visto que a nova geração já havia desembarcado. A NEC não deu o braço a torcer e lançou um sucessor, o PC-FX.
Mas essa é outra história que contarei outro dia… Ou não.















Muito boa matéria!
É bastante curioso o fato de ter vários consoles que a gente não conhece por aqui. muitoas acham que a gente vive de Sony x Nintendo x Microsoft (e a finada Sega =P).
Mas poder conhecer essas pérolas que não vingaram por aqui é bem legal!
Eu joguei no Odyssey da minha mãe. Era um vídeo game lançado no Brasil pela Philips e tinha um jogo chamado “Didi na mina encantada”.
Sim, o Didi dos trapalhões XD Tinha uma caricatura dele na capa do jogo, coisa tosca huauhahua
Mas óbviamente era um daqueles jogos que mudam o nome para vender, como o da Mônica para master system. O nome original era Pick-axe Pete =D
Anyway, ótima matéria Pablo, parabéns!
Cara, você está de parabéns com a coluna. Sou muito curioso em relação a tudo do Japão e a coluna nipônica me ajuda matar a curiosidade sobre os gamers e games de lá. Esperando a outra matéria. Parabéns!
a cada post de underground gaming q passa eu fico com mais e mais medo (e inveja) do pablo
xD
ele deve ter tipo uns, sei lá, 153 anos!
Mas porra, cada console q nunca ouvi falar! Muito bacana o Twin Famicon, e o Playdia é colorido demais. Nos meus 7 anos eu poderia gostar
Muito bacana a matéria Pablo.
Interessante saber que existem/existiram vários consoles “alternativos” no Japão. A cultura de vender video games em departamentos ou grandes lojas até rolou um tempo aqui no Brasil, na época do Atari, Master System e Mega Driver. Lojas como a falida Mesbla sempre tinham uma sessão de video games com vários cartuchos.
Hoje em dia infelizmente isso não existe mais.
Agora em uma coisa nós brasileiros somos bem superiores ao japoneses, só aqui se vende Polystation nos sinais e pontos de ônibus!!!!!!!!
O console é tão foda que tem 1000000 de jogos em um cartucho.
Eu tenho um Playdia \o/
Achava que mais ninguem conhecia essa tralha xD
O legal é que se só sairam 33 jogos, então eu tenho metade dos jogos lançados. Uau!
Aff André! Me passa essas fotos editadas que tu fez!
E eu procurando lugar bonitinho para tirar as fotos. Meti tudo em cima de uma cadeira de praia amarela achando que o contraste ia ficar legal. =)
Quero as editadinhas bonitinhas!
@diegogc
O Diegão, Odyssey é foda demais! Aquele tecladinho com teclas a lá microondas é tudo. E Didi pode até ser clone do Pete, mas nenhum no mundo tem uma caixa mais bonita que o Didi com a marreta.
@Boring Guy
Vlw, pode ter certeza que muita coisa ainda tá por vir! =)
@alex_seph
A Mesbla era tudo. Eu comprei meu Atari 2600 nela. Na época pré-Polyvox quando as empresas nacionais importavam e transformavam em PAL-M. Pena que realmente, a coisa acabou. Hoje estamos engatinhando novamente para esse lado. Compro meus jogos e consoles na Saraiva, FNAC… coisa que a 2 anos atrás não existia.
@Careca
Meus pêsames. =p
Caramba, a cultura de lá era diferente, isso eu sabia. Mas não sabia da exixtencia destes consoles. Vai ver os investidores ocidentais viram que não era um bom negócio difundir os consoles no ocidente e não vingou aqui.
Se tivesse aqui, seriamos obrigados a ouvir a Maysa falando:
PLAYDIA, PLAYDIA, PLAYDIA!!!
OMG!!!
@P.PRime
É verdade, a gente tá engatinhando denovo pra esse lado. Parece que essa nova geração deu algum ânimo no mercado de games no Brasil. Até comercial de Wii Fit na TV eu já vi. Tem PRATELEIRAS de jogos de consoles na Saraiva! Com uma estante pra cada console. E pilhas de consoles pra vender em lojas… Meu irmão disse que já até viu console disponibilizado pra testar nas lojas! Há um tempo atrás você só via aqueles expositores de vidro com 1 exemplar do console lá dentro, mais parecia um artigo de museu do que um produto.
Ia ser bem legal se os games voltassem com a força que tinham na época dos 16 bits… Ainda me lembro de quando você entrava numa loja de brinquedo ou supermercado e tinha vários consoles ligados com o joystic ali pra você testar… Ultima vez que tinha visto isso foi há anos atrás 1 tv ligada com o n64 e o jogo do Tarzan.
Já assistir um movie compilado com as animações do jogo do DBZ para o PLAYDIA. Somente as animações prestava pois os graficos do jogo eram toscos!
Eu fui lendo essa coluna com esperança de aparecer de repente o POLYSTATION na lista xD
@Careca
Meus pêsames. =p [2]
@Emanuel Braga
Polystation num é Underground, é pirataria mesmo… XD
To lembrando quando minah vó chegou aqui em casa, viu meu PSone e comentou que a filhinha da minha prima tinha um igual… E eu explicando pra ela que o PLAYSTATION é diferente do POLYSTATION… que o meu, quando eu abria aquela tampa redonda, tinha espaço pra enfiar um CD, não um cartucho XD
Agora a menina tem um PS2.
Caraca, cada coisa estranha
aeagheuiaiuheiahea
Quando eu era mais novo, meu vizinho tinha um video-game que tinha como controle um teclado e ao invez de cartuchos era Disquete, alguém sabe o nome ? Não tenho ctz se era Odissey, a parada era muito velha até mesmo pq eu já tinha meu Mega Drive e ele (meu amigo) tinha o Super Nes. Sem contar que ele, mesmo não sendo Gamer desenterrava e descobria cada console esdruchulo. ahuehaiuehaiuheau
@Careca – Reliquia hein?
Muito boa a matéria O turbo Grafx nem é tããão underground assim, aparecia muito nas revistas da época ;D
@Wesley Pires
HUEHEUHEUEHEU MAYSA! HEUHEUEHUHUEHUEHU
@Emanuel Braga
Cara, então. Tu deve ter te enganado. Na real o que tu viu do DBZ do playdia foi O jogo. Ele é todo um FMV mesmo. Ai o anime anda numa parte e fica piscando o botão A por exemplo. Tu tem que apertar correndo pra dar continuidade. São 2 jogos assim do DBZ. Mas é bizarro mesmo.
Vô tentar fazer um video do gameplay aqui.
@Cris Sbardella
É! A volta da era da Tectoy, lembra? Comercial na TV, lojas lotadas de prateleiras de jogos e lançamentos mundiais simultâneos.
@pedrohenri
cara, as vezes eu tenho medo de ti. Ao invés de controle era um teclado, ao invés de cartucho era disquete… puta merda, velho. Tu tinha um computador!!!!
Cada maluco que eu vejo por aqui…
@P.Prime Que isso, já te expliquei no twitter como era, agora você está exigindo de mais da minha memória, eu era uma criança T.T e joguei bem pouco tbm, era tosco e com jogos estranhos, me lembro vagamente de um jogo de avião bem estilo Top Gun, mas bem mais tosco. hauiehaiuehaiuhea Pra você ter uma idéia, Era console + Teclado + Disquete. Se for PC, me ENGANARAM. Aliás eu nunca tinha visto um PC que plugasse na TV.
Eu gostaria de um console chamado Fim De Semana… XD
excelente como sempre pablo !
flws
já sei! O pedrohenri tinha um PenseBem XD
@P.Pablo
Cara eu sou seu fã! XD
De agora em diante eu só te chamo de Wikipedia! ahaoiuahoiaha
@diegogc
Cara PenseBem era MUITO maneiro! Eu tinha uma revista do Sonic que era mt foda! XD
Naum era eu que tinha, eu so ia jogar =D Tbm naum me importo mais =x Se essa coisa é um video-game ou um PC whatever.
@P.Prime
Não. foi um compilado mesmo, as veses apareceia um mapinha que era do jogo, porem nas cenas não aparecia botão, e ainda por cima o final foi o melhor final do jogo, pois ele tinah uns 3 ou 2 finais diferentes.
ah, o nome do OVA é UM PLANO PARA DESTRUIR OS SAIAJYNS.
Isso me lembra de quando ganhei meu Nintendo.
Meu pai arrumou uma versão japonesa, então veio escrito Famicom, ninguém do bairro sabia que víde-game era, e ele meio que se tornou uma lenda.
Só muito anos depois que fui saber que era o Nintendinho.
maneira a materia … mandou bem , desses eu so conhecia o turbo grafx
@P.Prime
Muito boa essa matéria. Sobre o TG, já tinha visto alguma coisa mas nunca vi ao vivo.
Só uma coisa, que como engenheiro acho estranho, você colocou 2′5″ polegadas, mas o aspas duplos é que significa polegada e o simples é pé. Na verdade é como se você escrevesse 2 pés e 5 polegadas. E ao mesmo tempo é diferente de 2,5″ (que acredito que foi o que você quis escrever). Liga não, é que sou neurótico com isso. Maluco.
Foi uma boa época aquela em que podíamos comprar jogos em lojas comuns. Lembro até que quis comprar o meu Mega Drive depois de ver uma apresentação do jogo pelo Miguel Falabela.
Hoje até está melhorando, mas enquanto não for possível comprar o Xbox 360 nas Casas Bahia em 12 x sem juros, ainda acho que estaremos longe de um mercado realmente sólido no Brasil. Além de termos uma boa feira de exposições, assim como acontece com carros, casas, etc.
@Adriano Machado
Bom eu não fico entrando nas Casas Bahia, mas já vi gente dizendo que tem Wii pra vender lá XD Agora, sem Juros, só se for no cartão, porque o negócio das casas Bahia é te mandar carnê com parcelas a perder de vista que no final te fazem pagar o dobro do preço original…
Mas, no cartão sem juros tu pode comprar nas Lojas Americanas, Pernambucanas, Saraiva, etc… Que são lojas que já têm esses consoles pra vender!! =D
@diegogc
“Pense Bem” era o brinquedo que os filhinhos de papai levavam na escola naquele “dia que pode levar brinquedo” pra exibir pros coleguinhas… XD Convenhamos, “Pense Bem” é um brinquedo pra 1 brincar de cada vez… E normalmente quem levava não deixava os outros relarem a mão… a criança levava pra ficar mostrando mesmo… XD
(PS: nunca tive um “Pense Bem”… Que se dane! Agora tenho um PSP! Duvido que aqueles o mauricinhos do “Pense Bem” tenha um PSP agora XD)
@Cristiana Sbardella (ou Gata Flecha!)
meus amigo mauricinhos tb viviam mostrando o seu Pense Bem, que nada mais era que um brinquedo educativo =P
Um desses meus amigos que tinha um Pense Bem, realmente nao tem PSP, mas ele tem 360……. o_O
@ Adriano Machado
Mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa! É a mania de jornalista. Nas decupagens sempre uso os ” e ‘ aí na hora acabei usando também. Sorte que tem um engenheiro de plantão para me corrigir. Vlw Adriano!
Sobre o mercado realmente solido comparando hoje com os anos 80 inicio dos 90 é bem simples. O valor dos jogos originais e consoles ainda está muito, mas muito semelhante. O problema é que a classe média perdeu bastante dinheiro nesses 20 anos o que acabou ferrando. Hoje ou melhoram os impostos de importação ou melhoram a renda da classe média. Na minha opinião ambas propostas são utópicas.
@Cris Sbardella
Fala a verdade, todo esse ódio no teu coração com os proprietários de Pense Bens é uma amargura danada pq teu primeiro affair tinha um e nunca deu bola pra ti. Assume, conta pra gente!
@Pakirow
Vlw o elogio cara. Te acho lindo! =)
Muito interessante a matéria, eu nem sonhava que Sharp e Nintendo já fizeram um console juntas. E, claro, apesar de não ser tão underground, algo devia ser escrito/gravado sobre os inúmeros clones de nintendinho e hardwares piratões bizarros que rolavam aqui no Brasil. Acho que não conheço ninguém que não seja um 00ber nintendo fanboy ou uma pessoa com contatos no exterior que realmente tenha tido o NES. Era sempre uma cópia fiel (ou infiel) e/ou um Master System.
E, droga, eu era um dos mauricinhos que teve (e ainda tenho! Tá em algum canto por aí) um Pense Bem. E não só tive o Pense Bem, como também tinha o adaptador AC dele (porque o negócio consumia mais de dez pilhas AA) e muitos, muitos, mas MUITOS malditos livros. Tinha até um do Thor que era no estilo daqueles rpgs Make Your Adventure, que você escolhia o que fazer e ia pra página correspondente.
Mas pro dia do brinquedo da escolinha eu sempre trazia Pula Pirata, Cara a Cara ou qualquer joguinho de tabuleiro do tipo pra jogar com coleguinhas, oká? Eu acho que no fundo eu sabia que o Pense Bem não era divertido, sempre joguei ele sozinho. Malditos jogos educativos. D:
Ah, sim. Não só se vende Wii nas Casas Bahia como eles fizeram uma propaganda supreendentemente BOA sobre isso. É toda feita com Miis e tal.
Mais um poukinho de Historia dos Consoles