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Underground Gaming #9: Arcades

O mercado de Arcades (ou fliperamas, no Brasil) vem, gradualmente, diminuindo. Especialistas culpam os consoles que cada vez evoluem0 mais rapidamente, equiparando-se graficamente e possilitando à qualquer gamer a ter um arcade em casa. Os produtores reclamam que o baixo público nos fliperamas não vale o investimento em desenvolvimento. Conversa vem daqui, conversa vai de lá e a certeza que temos é que os dias de grandes máquinas e gráficos surpreendentes estão contados. Não temos certeza exata do motivo do fim dos fliperamas, mas o fato é que hoje poucos lugares ainda têm Arcades. Geralmente escondidos dentro de shoppings e suas novidades resumem-se a um Playstation 2 socado dentro de um gabinete.
Entretanto existe um lugar no mundo onde essa cultura é quase uma tradição, e obviamente todos já sabem que estou falando do Japão. Lá os fliperamas são chamados de Game Center e embora os lançamentos estejam diminuindo rigorosamente, o público ainda permanece fiel. Para conseguir tirar as pessoas de casa e levá-las à um Game Center, as empresas apelam para tentar colocar, cada vez mais, os jogadores dentro do jogo.
E vamos falar desses jogos agora. Games que substituíram o clássico direcional e meia dúzia de botões alinhados por direções, tambores e, pasmem, até cavalos.
Sim, cavalos. Nunca ouviu falar de Final Furlong, produzido pela Namco produzido em 1997? O game lembra muito os jogos de jockey que tanto conhecemos em diversos consoles, mas naquela época já usava um sistema diferenciado que foi copiado quase dez anos depois pela Nintendo, o Wii-mote. Toda a movimentação feita para chicotear o cavalo e se mexer em cima dele é feito via um sensor de movimento muito semelhante ao que temos no console atual da Big N. A semelhança é tanta que, obviamente, uma versão pra Wii já foi lançada no ano passado somente no Japão.
Falando do jogo em si, a coisa é besta. Suba em um cavalo cartoonizado que mais lembra um mangá e rebole de um lado para o outro balançando a rédea até a linha de chegada. Se o vexame solitário não é suficiente não se preocupe: as cabines são para duas ou quatro pessoas, você pode chamar todos seus amigos para ótimas e divertidas partidas multiplayers. Tenho certeza que vão gostar! Sim, sou irônico.
Se o seu negócio não são os cavalos, afinal você sabe muito bem que a sela de montaria assa a bunda, que tal salvar vidas? Emergency: Call Ambulance (“Kyuukyuusha”,no Japão) produzido em 1999 pela SEGA faz parte da linha “Real Life Carrer Series”, a mesma que engloba os jogos “Airline Pilots”, “Brave Firefighters”, “Jambo! Safari”, “18 Wheeler – American Pro Trucker” e “Crazy Taxi”. Pelos outros títulos já podemos deixar de lado a parte séria, mas nunca a diversão. O gabinete lembra tantos ouros jogos de corrida onde você senta e tem uma direção e alguns pedais. A grande diferença fica na proposta que o próprio nome dá. Ser motorista de uma ambulância.
Não vá pensando que o jogo é chato ou simples: ir até o local onde a vítima está e encaminhá-la viva até o hospital não é uma tarefa fácil. Com apenas quatro estágios o jogo pode parecer curto, mas conforme for jogando, verá que cada fase é maior que a anterior. A distância entre o hospital e a vítima aumenta e o transito também fica mais intenso. Tem que ter habilidade, pé pesado e muita paciência.
Eu joguei bastante Emergency: Call Ambulance e tenho propriedade para falar, pois terminei algumas vezes. O tempo no jogo foi substituído pela vida do seu paciente e colisão com outros veículos pode trazer o óbito da vítima. Os acidentes/estágios são dignos de filmes trash. Logo no primeiro, a vítima é Jack, um garoto de 10 anos que sofreu um acidente no carro de família que se chocou contra um…. Caminhão tanque! Deus do céu! Não basta você bater o carro ainda tem que bater em um caminhão carregado de liquido inflamável? Caminhão é uma coisa bizarra. Alguém já viu na rua um caminhão carregado de travesseiros? Claro que não! Caminhões sempre têm coisa explosiva, pesada e perigosa. Vamos voltar ao assunto.
Em outro fase você deve salvar um oficial de polícia de 35 anos que foi baleado por uma gangue que lembra a Yakuza, mas em Chicago se é que você entende. Tudo bem. Em confronto as chances de ser baleada não são pequenas. O que eu não falei é que o policial foi baleado por um lança foguetes! P#@$ me@$#! E como o policial saiu vivo depois de levar um tiro desses? Acertou de raspão? É tão surreal que faz o último estágio, onde você deve resgatar um presidente de um acidente aéreo, ridícula e sem graça.
Chega de ambulâncias. Muita adrenalina para mim. Por isso vou mostrar agora o que deve ser o simulador mais real que conheci na vida. Initial D Arcade Stage 4, baseada em uma série de Anime que chegou aos Game Centers chutando todo mundo da frente.
Não é o melhor simulador de corrida. Na verdade, pende mais para um dos piores, mas com certeza é o mais real. Três carros empregados na série foram utilizados no arcade. Carros reais, apenas modificados para funcionar no jogo (o motor foi modificado por um moderno sistema que garante um force feedback único). Direção, pedais e cambio tudo é original no interior. Até as cores dos veículos e adesivos remetem ao anime. É, de longe, o fliper mais leal e real que já tive a oportunidade de ver. Na frente de cada carro um monitor de 90 polegadas LCD dá a impressão de estar mesmo dentro do jogo e tudo isso por míseros 500 yens (aproximadamente R$ 10 reais)! Para quem está com viagem programada ou já está no Japão não deixe de passar no Sega Joypolis em Odaiba, Tóquio.
Como comentei anteriormente, o jogo em si é chatíssimo. Initial D Arcade Stage 4 só chegou à quarta edição graças ao sucesso do anime e da criatividade dos produtores. O game em si trabalha em cima de corridas e muito drift, pena que a física muitas vezes foi deixada de lado e a sensação de velocidade remete mais a uma corrida de Mario Kart do que algo realístico.
E para quem ainda não encontrou seu foco, talvez estar descobrindo agora as maravilhas de Guitar Hero e Rock Band é porque nunca sonhou em ser um tocador profissional de Taiko, os tambores tradicionais japoneses.
Taiko no Tatsujin da Namco, veio para suprir esse seu desejo incondicional de tocar tambores. Quantos instrumentos são mais divertidos que tambores? – o leitor deve estar pensando.
Eu respondo. Todos! Mas não deixe minha resposta pessimista te desanimar. Taiko no Tatsujin é sim divertido e conta com diversas músicas. Das clássicas ao J-pop mais conhecido dos animes, à música de games, todas tocados no batuque quente. São dois tambores, um para cada jogador. Existem dois toques, um no centro outro na parte de madeira externa. Quando o ícone for vermelho bata no centro, quando for azul fora. Fora algumas outras partes irritantes como quando aparece um balão que você deve bater rapidamente até ele estourar. Cansa, cansa muito as mãos, ainda mais jogando nos níveis mais avançados. E assim como no DDR, você sempre vai encontrar aqueles japoneses malucos que botam dois créditos e jogam sozinho nos dois tambores. Coisa de maluco! Bom, Taiko no Tatsujin, por si só já é maluco.
E se você não levou fé, fique sabendo que só nos arcades ele já está na décima primeira edição e a série teve inicio apenas em 2001! Além de possuir versões para Wii, DS, PSP, PS2, celular e, com sorte, seu forno de microondas é compatível com alguma das 29 versões! É, leitor…
Está na hora de rever seus conceitos musicais!
E para terminar vou trazer o melhor jogo, na minha humilde opinião, é claro. Sub Marine Catcher. Lembra daqueles joguinhos que você colocava uma moeda e tirava um ursinho, ou qualquer outra fofura com uma garra robótica? Que sempre escorregava e você não entendia como o gordinho do seu lado sempre tirava vários bonequinhos? Então que tal caçar o seu jantar? Essa é a idéia de Sub Marine Catcher. Com um tanque de água você deve pescar uma lagosta qualquer que fica nadando dentro do tanque, e se tiver sorte ganha uma lagosta viva! A maquina fica instalada em alguns restaurantes e eles prometem o preparo do prêmio na hora. Eu prefiro mil vezes uma lagosta a um urso idiota de pelúcia e não entendo porque minha namorada não concorda comigo. Eu jogaria muito!
Aguardem semana que vem onde vamos comemorar a décima Underground Gaming!















Esse jogo do Initial D pode ser uma porcaria, mas eu jogaria com certeza!
INITIARU D FTW!!!
Que é isso cara? E eu achando aqueles simuladores de vôo dos shoppings extravagantes…
Esse do peixe é bizarro ao extremo.
ow, ja joguei o dos tamborzinhos aqui no rio, cansa pra cacete!
muito boa coluna Pablo, essa da lagosta é bem legal, apesar de que eu acho que eu venderia a lagosta assim q pegasse xD
Esse da Lagosta achei o mais original de todos, com certeza jogaria, mesmo odiando frutos do mar em geral.
Quanto a fliperama, ia até a pouco em um perto da minha empresa no centrão de São Paulo, aqueles lugares que você não pode deixar nada no bolso se não te roubam, mas lá era só jogos de luta antigão, nos shoppings não tem condição, muito caro, me lembro que preferia ir na locadora jogar Golden Eye do que pagar as fichas caras pra caramba e ainda perder rapidão hehehehe
Muito legal, Pablo ^^
Eu sinto falta mesmo no Brasil de algum Arcade diferente. O máximo que vi, pelo menos em Porto Alegre, foi um estilo Rock Band que simulava bateria e aqueles de SnowBoarding que são chatos pra caramba. De resto, só clones de DDR, Marvel Vs Capcom, cabinezinhas de corrida e Shooters com pistola. =/
E concordo com a tua teoria sobre os caminhões, realmente eles só levam coisas do mal =P
Arcade é um negocio que esta em extinção msm, e no brasil como ja disseram ai só tem os “classicos” nada que se compare com esses ai.O da lagosta realmente é muito bizarro.E expandindo a teoria dos caminhões eles só carregam coisas do mal e causam um transito do caralho, eu tenho raiva de caminhão, se eu tivesse um rocket launcher no transito so miraria neles
Esses simuladores são muito interessantes. Antigamente era comum ter um ou outro de corrida nos shoppings daqui de BH, o problema era que no inicio eles precisavam de 3 fichas para dar um crédito, era um roubo. Lembro que quando era muleque fui jogar um de formula 1 e depois de colocar minhas ricas 3 fichinhas na budega do arcade, comecei a jogar e quando eu fazia a curva a cabine virava junto. Fiquei doido com aquele negócio, só que, bati na parde de um tunel e deu game over, de cara. Nunca mais joguei aquela merda.
A sim, como não podia deixar de ser, excelente artigo Pablo.
@Ogro
É aquele jogo que todo mundo detesta, mas joga pq é a rara chance de entrar em um Impreza.
@Wesley Pires
Bizarro pq? Tu queria o ursinho de pelúcia que eu sei!
@diegão
Deixa de mentira. Tu ia dormir abraçadinho com a lagostinha. Como bons amigos.
@humelhor
Fliperama no BR morreu nos anos 90 ainda. Aqui em Porto Alegre eu vou em um que é assim. Só tem eu e procurados da polícia.
@Zacarias
Outro gaúcho. Vamos mobilizar a ida até o Max Payne com o pessoal NL Sul?
Eu tenho medo de Lagostas, nunca jogaria este jogo. Seria um survivor Horror para mim
Agora este Initial D Arcade Stage 4, queria muito jogar só por curiosidade e pq adoro carros amarelos
@P.Prime
Para presentear a companheira prefiro o urso mesmo. Chegar com uma baita lagosta e dizer “é pra você” é um pouquinho rude. Mas para pegar aqueles ursos tem que ter habilidade certificada pelo Inmetro, dificil pra porra.
O lance com os tambores parece ser divertido. Tem o Pump it Up que é para dançar, e agora tem o dos tambores para ganhar agilidade com as mãos. Interessante, podiam lançar um arcade do Donkey Konga nesses moldes.
Até eu que não sou fâ de jogos de corrida gostaria de tentar o Initial D. O “carrinho” impressiona.
Nuss, queria muito entrar naquele Hachi Hoku e sair dando uns drifts colina abaixo…Se algum dia eu for à Odaiba, jogarei sem dúvidas XD
E o jogo da lagosta…assustador, no mínimo :p
Pablo, dessa vez a coluna foi bem diferente das demais.
Joguei muito “18 wheeler” e “Crazy Taxi”, clássicos do DreamCast, e imagino que ser motorista de ambulância é uma idéia interessante. Afinal, carro não servem somente para correr em circuitos e fugir da policia.
Taiko, putz, a apresentação de Taiko é algo impressionante. Queria aprender a tocar. Se tivesse uma máquina dessa aqui em São Paulo iria conhecer.
Esse prêmio da lagosta é, com toda certeza, o mais saboroso.
Putz, esses simuladores são muito loucos para mim. Eu sou do tipo que joga em simuladores arcade só o básico, tipo aquele fliper da Formula ndy, ou então um Need for Speed e Cruis’n USA. Isso ai é loucura demais, cavalos,etc,hahahaha.
Mas confesso que fiquei com vontade de jogar o da ambulância.
Mudando um pouco do foco da coluna, alguém já jogou aquele arcade do Jurassic Park, em que até duas pessoas entram numa cabine pra jogar o game – que é um FPS “sobre trilhos” – e lá dentro tem muitos efeitos sonoros bacanas e firulas, tipo um ar quente que vem na sua cara quando você fica frente a frente com o T Rex? Nossa, gostava muito desse arcade, tinha num shoping aqui mas depois de um tempo tiraram. Aliás, como o próprio inicio do texto disse, os arcades estão acabando…
e eu tenho MEDO desse Marine Catcher.
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OFF TOPIC:
Saiu um preview de Killzone 2 na IGN, e só faltaram os caras babarem em cima do jogo:
“Yes, the game firmly adheres to the now out of vogue palette of gritty greys and such like, but really, technically, no first person shooter we’ve played can compete on an even keel. The texture work is crisp and detailed, and the player animations (of both yourself in the first person and everyone else on the map) are a true revelation, immediately giving Killzone 2 a high production feel from the outset.”
“Then, once the little CG rouse was up, you tried to claim that, despite the fact your trailer wasn’t actually in-game footage, that the final game would actually run and play like said trailer. Ooh, we’ll believe it when we see it Mister Sony man.
And now you’ve thrown this beta our way – surely yet another wily piece of propaganda, you trickster dickster! Sure, we’re pushing buttons, wiggling analogue sticks – and stuff is happening on screen as a result – but this isn’t the actual game, surely! There’s no way a console game can look this good, right – what sort of foul wizardry is this? ”
Unfreakingbelievable!
@P.Prime
Exato. E também pra quem é fã do anime não importa se o jogo é ruim, só importa fazer um drift em um Toyota Panda Trueno AE86 =P~~~
Pelo menos esse jogo de pescar lagosta tem um bom custo beneficio. Sempre que eu saio com a patroa ela insiste em gastar 2 ou 3 fichas nas maquinas de pegar ursinho e raramente consegue. É um negócio muito melhor COMPRAR um bichinho de pelucia mequetrefe de uma vez, que custa mazoumenos duas fichas.
Jogo de taxi que eu curtia era o dos Simpsons, porque tinha umas frases cretinas muito engraçadas
Flanders: “Me leve para a igreja. Quero que o reverendo abençoe meu novo corte de cabelo”
A da máquina cheia de lagostas me lembrou de um episódio de Os simpsons.
Eu ia numa Arcade que tinha numa padaria (ahhh os anos 90) e ficava jogando cadillacs e dinossaurs ou algo assim, só me lembro dos carros e dos dinossauros do jogo, além da piscina de fichas que passei jogando aquilo. Agora só em shoppings com um bando de pirralhos do lado gritando “VIRA VIRA, IHHHH BATEU” “ATIRA NO PINTO DAQUELE ZUMBI” “me deixa jogar um pouquinho ae cara?”, depois me perguntam porque eu fico num canto escuro comendo cheetos.
Pra mim os melhores jogos de arcade foram os de luta, não conheci ninguém até hoje que nunca jogou KoF num arcade tentando bater o score “gih”. Aliás, quem nunca quis saber o macete para soltar um “hadouken”? Vou acabar o comentário aqui antes que eu tenha de reviver minha infância gamer.
Nao gosto de arcades, nunca me dei bem com os controles dos games de luta deles.
Até achei interessante esse da ambulancia, queria poder jogar…
@P.Prime: Cara, eu acho uma boa essa historia do Max Payne =D
Conheço mais umas pessoas que iriam ver o filme com certeza. Ogro, tu tá morando em POA ainda? Não quer participar também? ^^
@Gihar: “…ficava jogando cadillacs e dinossaurs ou algo assim, só me lembro dos carros e dos dinossauros do jogo…” -> Bom, nota-se que o jogo passou bem a mensagem pra ti =P
Eu gostava desse jogo também, justamente pq a época era boa pra jogar. Hoje em dia está realmente como tu descreveu… Essas pessoas felizes demais me irritam =/
E sobre a lagosta, acho que se eu ganhasse uma eu ia chamar ela de “Ishimura” e criar num aquário aqui em casa. DUVIDO que mais alguém NO MUNDO teria uma lagosta de estimação chamada Ishimura
ta maluco, controles de arcade sao os melhores para jogos de luta!
soh nao me motivo a comprar um para PS2 porque a graça está em jogar com ele em pé na frente de uma mesa. com o controle no colo nao rola…
(desculpem o double post, mas o chrome nao deixa eu editar a mensagem anterior)
@Zacarias
Sim, estou em porto alegre ainda. Vamos ver se a gente chama uma galera pra ir. Unibanco Arteplex?
Eu zerei C&D uma tarde chuvosa em na praia de Itapema. Ainda bem que a fichinha era barata, porque gastei um monte =)
@Zacarias com certeza ninguem mais teria uma lagosta com este nome XD
Cadillacs e Golden Axe foram os Arcades da minha infancia..
Taiko é foda demais. As versões para DS são essenciais, com duas stylus fica perfeito para se jogar. Caso vc perdeu uma das stylus é só usar uma caneta bic. VALE A PENA.
O de ambulancia é, de longe, meu preferido da lista.
Ele bate junto com o “Brave Firefighters” que é a mesma coisa só que um caminhão de bombeiros.
@Wesley
Para presentear a companheira eu prefiro a lagosta mesmo. Se ela souber fazer assada melhor ainda.=)
@Ogro
tu é o único cara que conheço que gostou do jogo de taxi dos simpsons. Puta merda, velho.
@Zacarias
A idéia de ver o Max Payne surgiu justamente de uma conversa com o ogro via Twiiter. Por enquanto só tem nós aqui de Porto Alegre. Se tiver mais alguém manifestem-se.
@P.Prime
É um jogo legal, cara. Não que se deva joga-lo mais do que uma ou duas partidas na sua vida inteira, mas passei uma tarde divertida com ele a alguns anos atrás. Ficaram essas boas lembranças =P
Caraca!!!
Me lembro das épocas que jogava tartarugas ninjas em fliper naquelas maquinas que tinham banco e dava para 4 (se eu não estiver ficando louco) jogadores ao mesmo tempo !!!!
Bons tempos aqueles ….
On more, nothing more
Podia ter esses dos peixes mas que voce pega-se coisas tipo… rosquinhas… muffs… pacote de Cheetos!
cara, quero jogar esse do inicial D… deve ser mto bom…
nao o jogo, mas o simulador em si… huashuahushus tomara q seja diferente daqueles arcades de carrida comuns…
@Henrique Afonso
Velho, eu tava pensando. Eu vou abrir um buffet onde ele eh uma puta gigante maquina dessas. Só que no lugar de uma garra é uma concha. Aí tu tem que se servir de arroz, feijão, estrogonofe, etc. Não sei se ia lotar, mas que ia ter nerd pra caralho comendo isso ia.
Eu jogava muito “fliper”, jogava Capitão Commando em um maquina que não mostrava a barra de life, tinha que ficar contanto quantas pancadas tinhalevado, era freqüente escutar coisas do tipo: “Deixa eu pegar a carne eu apanhei mais” ou “Você pega o café porque você tomou só um soco” e numa de Sunset Raiders onde o 4º controle era invertido, para que você jogasse de lado, não de frente para a maquina, como nos outros controles. QUE TEMPO BOM QUE NÃO VOLTA MAIS :’(
Esse Initial D vale mais pela curiosidade mesmo.
Seria legal ter um lagosta de estimação e chama-lá de Pinchy.
Eu treino Taiko.. de verdade =D
legal a materia XD
arcade aina tem esperança no japão… mas a unica q resta par eles aki no brasil é o hotzone XD
demais a materia, lembro de jogar Enduro do atari num fliperama onde tinha um volante e pedal, nossa na epoca era muito show hehehe
ultimamente se perdeu muito essa, eu msm vivia em fliperamas nos tempos idos do MK1 e 2 aquele Super Street Fighter 2 q veio 4 personagens novos e antes disso
kra jogava SunsetRiders do SNES no fliperama
pior jogavamos cadillac dinosaurs e capitao comando, nossa to ficando velho msm