Underground Gaming #2: Jogos de Anime pt.1
set
30

Underground Gaming #2: Jogos de Anime pt.1

Existem três certezas no mundo. A primeira é que quando o anime é bom ele vira game. A segunda traça o caminho inverso: Um bom game (japonês, claro) tem boas chances de virar um anime. E a terceira, última e não menos importante, se você mora na baía de Tokyo tem grandes chances de ter sua casa esmagada pelo Godzilla. Ninguém aqui é idiota o suficiente de duvidar de nenhuma dessas verdades e por esse motivo o segundo episódio da coluna Underground Gaming vai falar sobre esse casamento feliz e eterno.

Como é impossível discorrer todos os games baseados em animes de uma só vez, o assunto será dividido em partes. Não obrigatoriamente tratarei do mesmo assunto semana que vem, mas pode ter certeza que vai ser longo e jamais esquecido. Vou apresentar três jogos de diferentes gerações e animes. A melhor forma de começarmos é com um dos primeiros…

Golgo 13, o princípio nas mãos da Sega

Baseado no anime/mangá de Takao Saito que teve sua primeira publicação em 1969 e seu êxito foi imediato, vendendo 200 milhões de revistas só no Japão. Embalado no sucesso surgiram séries animadas e live actions transmitidos por emissoras do mundo inteiro. A história gira em torno de Duke Togo, um assassino de aluguel equipado com sua M16 customizada para suas missões. Para manter sua identidade em anonimato Duke assume o pseudônimo de Golgo 13, uma derivação de Golgotha, nome do lugar onde Jesus Cristo foi crucificado.

A Sega, embalada na popularidade do mangá, lançou em 1984 a versão de Golgo 13 para um console pouco conhecido chamado SG-1000. Você é Duke e deve resgatar os pobres reféns que estão presos dentro de um trem. Sua missão é atirar nas janelas permitindo que os reféns escapem. Tome cuidado para não acertar os veículos que passam na frente do seu carro, os tiros rebatem podendo acertá-lo.

Graficamente falando o jogo não tem muitos atrativos, mas mostra que enquanto no Brasil nos deliciávamos jogando Atari 2600, no Japão a evolução já era significativa. Eu gosto muito desses jogos antigos pela simplicidade. Embora repetitivos eles são excelentes para passar o tempo.

Tenchi Muyo é Super Famicom, é RPG e é bom

O Super Famicom/Super Nintendo, no auge da batalha contra o Mega Drive, teve o lançamento de um RPG no Japão baseado em uma série de sucesso: Tenchi Muyo.

E quando falo em sucesso, estou falando de muito sucesso. Inicialmente com seis OVAs (Original Video Animation) rendeu, à pedidos dos fãs, mais um sétimo episódio. Achou pouco? Uma segunda série de OVAs foi posta às lojas em 1994 e a coisa não para aí. Entre 2003 e 2006 uma terceira temporada foi lançada para o delírio dos fãs. Isso porque nem falei das três séries produzidas para televisão.

Como estamos falando do jogo, vamos limitar ao primeiro OVA, onde o RPG é todo ambientado. O personagem principal foi seqüestrado e todo o resto do grupo deve descobrir onde ele está e isso significa enfrentar diversas batalhas e ler muito texto. Esse é o primeiro problema encontrado em todos os jogos japoneses: a escrita em com ideogramas bem complexos para os que não têm conhecimento da língua.

Mas nem tudo está perdido: aos que souberem onde procurar, uma versão não oficial do game em inglês pode ser facilmente encontrada.

Graficamente falando Tenchi Muyo RPG não deve nada para seus primos ricos da Square e Enix que tanto jogamos na época dos 16 bits. Controles e músicas cumprem seus papeis sem fazer feio. Para quem quer um bom RPG de Super Famicom e uma história muito divertida, definitivamente deve correr atrás desse título. Gargalhadas garantidas.

Cutey Honey! Eu escrevi certo!

Que existe jogos underground no Japão todo mundo está careca de saber, mas o que acontece quando junta-se um game obscuro com um videogame igualmente desconhecido? Um lixo, claro! Já estava achando a coluna chata de tanto falar bem dos jogos. Cutey Honey, que já começa estranho pelo nome, é baseado em um mangá que virou anime (nada novo até então), live action e também é a prova viva de que uma idéia boa pode ser bem decepcionante nos videogames.

Honey Kisaragi é filha de um professor morto pela organização Panther Claw que no leito de morte revela que a filha na verdade é uma andróide. Quando pronunciar as palavras “Honey Flash” a linda garota se transforma em uma heroína de cabelos vermelhos com o poder de se disfarçar graças ao sistema Air-System que materializa qualquer coisa a partir do ar. Fantástico, não?

Não.

O jogo em questão é o Cutey Honey FX, produzido pela Data East e lançado pela NEC para o PC-FX, um videogame de 32 bits lançado no Japão para concorrer contra o Saturn e Playstation. Ele é um estilo de anime interativo que lembra muito os adventures antigos no estilo point n’ click. O problema é a falta de animação. O desenho anda um pouco e trava. Aí você começa a clicar em tudo, vendo apenas as bocas mexendo sem legenda para nada. Bocas medonhas que lembram aquelas montagens toscas com colagens por cima de imagens. Outra idiotice é a música irritante que abaixa um pouco quando as pessoas falam. Mas muito pouco mesmo, é praticamente impossível entender o que estão dizendo.

E por que você vai jogar um game num console de 32 bits com um controle com seis botões se o jogo utiliza apenas um? Mau aproveitamento total de hardware. Se você não entende de japonês esqueça. Se você não gosta de jogos mal produzidos, fique longe. Se você gosta de videogame, anime, ou da sua vida: procure qualquer outro título! Cutey Honey não é para você.

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27 Comentários

  1. Slash/Rick disse:

    Muito bom Pablo! Sua coluna está ótima! Você escreve muito bem!
    E a parte 2 vai ser o que? Enxurrada de jogos de luta? ahaiuhaiuaha

  2. alex_seph disse:

    Muito bacana o artigo. A quantidade de jogos que viram anime e animes que viram jogos é absurda. Logicamente, nessa leva grande de games/animes tem muita coisa ruim.
    Que eu lembro de cabeça temos:

    Animes que viraram jogos
    - Evangelion (um jogo de luta e vários simuladores)
    - Gundans (desde jogos de luta, até estratégia e rpg)
    - Macross (em sua grande maioria jogos de nave)
    - Saint Seiya (jogo porco de luta)
    - Soul Eater (para wii recentemente, acho que é de luta)
    - Bleach (luta, para várias plataformas)
    - DBZ (luta, rpg, estratégia, carts, etc)
    - Death Note (estilo daqueles jogos de investigação do ds)
    - One Piece (em usa grande maioria, luta no estilo Power Stone)
    - Magic Knight Rayearth (rpg)
    - Slayers (rpg)
    - Full Metal Alchemist (luta)
    - Kekaishi (plataforma 3d para o wii, ruim demais)
    - Inuyasha (tem rpg e luta)
    - Yuyu Hakusho (luta, para várias plataforma, sendo que no super nintendo era meio que um simulador)
    - Berserker (luta e ação, estilo devil may cry, só que bem mais parado)
    - Record of Lodoss War (estratégia)
    - Bastard (rpg e um jogo de luta muito estranho do super nintendo)
    - Initial D (corrida, não tinha como ser outra coisa)

    Tem mais uma infinidade, mas que lembrei agora e que tive oportunidade de jogar foram esses.

    Agora, jogos que viraram animes tem/vão ter

    - Tales of the Abyss
    - Tales of Eternia
    - Tales of Phantasia
    - Star Ocean Second Story
    - Kanon
    - Air
    - Street Fighter
    - FF7 Last Order
    - Final Fantasy Cristal sei lá o que :D
    - Outro animes tosco do Final Fantasy (esse com história própria)
    - Clannad
    - King Of Fighter (uns ovas)
    - Samurai Showdown (ovas)
    - Art of Fighter (ovas)
    - Fate Stay Night

    E outros milhares de animes de romance/drama, baseados em simuladores de namoro.

  3. pedrohenri disse:

    Japonês faz tanta merda quanto faz coisas boas. Eu não curto muito essas “importações” raramente ficam boas.

  4. pedro josé disse:

    meu deus! achei que só eu em todo o mundo tinha jogado techi muyo!, acharam essa no fundo do baú hein!?

  5. P.Prime disse:

    @alex_seph
    Eu pensei em abrir falndo ou de DBZ ou de Gundam. O problema é que tem tantos jogos baseados nessas franquias que eles merecem um post separado. Saiu coisa pra burro.

    @pedrohenri
    Cara eu não curto muito também. Já joguei toneladas de games baseados em animes e garanto que os que realmente são bons enchem a mão de um maneta. =/

    @pedro josé
    Tenchi muyo é um caso a parte. Realmente ele é muito legal. A estória é divertidissima.

  6. DarkLynx disse:

    Muito fera, eu já joguei Tenchi Muyu também, mas não me amarrei tanto não…Talvez porque eu não tinha assistido o anime ainda, então achei fraco, não lembro…Mas ainda assim, Tenchi Muyu é lindo :~~

    @alex_seph
    Esqueceu de Pokémon, Digimon, Monster Ranger, Love Hina…xD
    E eu nunca vi Full Metal Alchemist de luta, é pra que plataforma?
    E Yuyu Hakusho tem um estilo de turnos também pra GBA, o mais divertido – depois do de SNES – na minha opinião.

  7. Tucano disse:

    @alex_seph

    Fala sério! “Que eu lembre de cabeça…” Como assim? Hahahaha!!!

  8. Rune Overcast disse:

    Tenchi Muyo, eu joguei e achei bem legal mesmo… Boa dica..

  9. Rui disse:

    Parabéns ao Pablo pq a coluna é muito boa mesmo, mas não pudew não lembrar do duke nuken quando estava lendo sobre golgo 13 , ainda por cima é um jogo de tiro

  10. Wesley Pires disse:

    Sem medo de ser feliz (ou infeliz) eu digo que já joguei o rpg de Magic Knight Rayearth. Na falta do que jogar deu pro gasto. Mas como era baseado em anime, achei bem fraquinho o enredo, bem curto, e a tela era na diagonal. Bem esquisito. Só Breath of Fire 2 que me agradou no quesito tela na diagonal.
    Love Hina começei a jogar no Game Boy Advanced, mas não gostei e descartei. Berserk é para PS2 e eu tenho. É muito foda o jogo, apesar de estar em japonês. Mas modéstia à parte, eu prefiro a voz original do Gatts mesmo, ai nem faz diferença Fullmetal Alchemist para PS2 não cheguei a jogar, mas parece um jogo foda, bem estilo anime mesmo. É outro que eu quero adquirir (entenda adquirir como baixar na net).
    Reportagem muito boa, de alto nível informativo.

  11. Pablo Rozados,
    um bom exemplo de jogo que virou anime é o [b]Fate Stay Night[/b], um amigo meu tá viciado nesse, dá uma pesquisada no Google, que tu encontra coisas sobre ele…

    flws

  12. Boa matéria, pena que ficou muito curtinha.

    Me lembra o primeiro game de Anime que joguei o clássico YuYuHakusho para o SNES, que junto com os DBZs do mesmo console me fizeram tardes de diversão e quebradeira de controles…

  13. alex_seph disse:

    @DarkLynx
    O Full Metal de luta é para o ps2, se chama Fullmetal Alchemist: Dream Carnival. Tinha me esquecido dos Full Metal de ação/aventura, são até bons.

    @Jóker [Ex-Dico Didiraja]
    Fate Stay Night é fantástico, vi faz pouco tempo e falo que vale a pena. Esse é um exemplo típico de jogo hentai de pc que vira um anime.

    @Tucano
    Estava no serviço na hora que fiz essa lista, foi o que lembrei na hora mesmo. Esses foram alguns dos jogos/animes que tive oportunidade de jogar/ver.
    Tem muito mais coisa ainda, lembrei de mais alguns agora que tive contato:

    *Anime->Jogo

    -Rurouni Kenshin (tinha versões em rpg e de luta, ambos para o ps1)
    -Blood+ (tem duas versões para o psp, ambos de ação/aventura)
    -Mai Hime (de luta, saiu para psp)
    -Mai Otome (jogos de luta para o ps2 e psp. Joguei somente do psp e tem jogabilidade semelhante ao Bleach do psp)
    -Vampire Hunter D (para ps1. Lembrava um pouco Devil May Cry)
    -Ranma (jogos de luta. Os do supernintendo são ótimos, mas o do ps1, lixo total)
    -Zillion (quem nunca jogou no master system?)
    -Code Geass (simulador, só para variar. Por falar nisso a série terminou semana passada, quem tiver oportunidade de ver veja porque é muito bom).

    *Jogo->Anime

    -Devil May Cry (impossível não associar com Hellsing, o clima lembra muito o anime do vampiro Alucard, mas logicamente Hellsing é muito melhor, principalmente os ovas que sairam por agora)
    -Tales of Symphonia (tinha me esquecido desse ova. A primeira “temporada” terminou faz pouco tempo, o resto acho que só ano que vem)
    -Xenosaga (quem jogou vai odiar o anime, muito ruim)
    -Disgaea (idem Xenosaga)
    -Persona (spin off dos games, não tive saco de ver tudo)
    -Dragon Quest (Fly Fly Fly, quer a paz que o inimigo destroi…)
    -Arc the Lad (baseado no Arc 2 que saiu para ps1)

    Fora muitos e muitos outros…

    Existe um caso interessante que é a série .Hack. Inicialmente foi um anime, depois virou uma série de jogos para ps2, depois sairam outros animes com histórias relacionadas. Posteriormente saiu mais versões para o ps2, a série GU, que também teve uma anime (ruim pacas), mas que esse ano teve um movie totalmente em Cell Shade muito bonito, que é um resumo da série GU do ps2. Como os produtores falam, é Project Hack, porque é muito abrangente a franquia.
    Tem também a série Super Robot Wars, existem em várias plataformas, que são jogos de rpg/estratégia baseado em robos de séries famosas como Gundam, Macross, Evangelion, dentre outros.

    O ps2 é o andro de jogos de anime, praticamente todos os animes ganharam um jogo para ps2.

    ps: lembrei o nome do primeiro anime do FF, é Final Fantasy: Legend of the Crystals. Foi a primeira fita vhs que comprei em fansuber, juntamente com o movie 13 do dbz :D .

  14. Kashima disse:

    Muito boa a coluna, parabéns!
    Já que estão postando aqui animes que viraram jogos, vou postar os hentais que já tiveram animes:
    To Heart
    Sakura Taisen TV
    Comic Party
    Kanon
    Limeiro Senkitan
    D.C. ~Da Capo~
    Yami to Boushi to Hon no Tabibito
    Tsukihime
    Kimi ga Nozomu Eien
    Kita e ~Diamond Dust Drops~
    Wind -a breath of heart-
    Tsuki wa Higashi ni Hi wa Nishi ni ~Operation Sanctuary~
    Kakkyuusei 2
    To Heart ~Remember my memories~
    Limeiro Senkitan X Cross
    Air
    Izumo
    D.C.S.S
    Shuffle!
    ToHeart2
    Lamune
    Canvas2
    Fate/stay night
    Soul Link
    Utawarerumono
    Higurashi no Naku Koro ni
    Demonbane
    Tsuyokiss CoolxSweet
    Yoake mae yori ruri iro na Crescent Love
    Happiness!
    Otome wa Boku ni Koi Shiteiru
    Gift ~eternal rainbow~
    Kanon (remake)
    SHUFFLE!MEMORIES
    Kono Aozora ni Yakusoku wo
    Polyphonica
    Touka Gettan
    Idol Master XENOGLOSSIA
    Nanatsuiro Drops
    School Days
    Higurashi no Naku Koro ni Kai
    D.C.II ~Da Capo II~
    ef – a tale of memories.
    Prism Ark
    Myself;Yourself
    Kimikiss pure rouge
    Clannad
    AYAKASHI
    H2O -FOOTPRINTS IN THE SAND-
    true tears
    Kimi ga Aruji de Shitsuji ga Boku de
    D.C.II S.S.
    Koihime Musou
    Clannad After Story
    Chaos;Head
    Akane iro ni Somaru Saka
    ef – a tale of merodies.
    White Album
    Tears to Tiara

    Lista pega na Animeblade xD

  15. Daniel Rossi disse:

    Tinham que fazer um jogo do Jaspion ou do Spectroman… ;-)

  16. P.Prime disse:

    A matéria está curtinha porque dividirei ela em partes. Se eu fosse falar de todos os jogos ia entregar a matéria em 2012 e não seria uma coluna, seria uma biblia.
    A idéia é voltar diversas vezes ao assunto (daí o parte 1 em cima) até esgotar bem.
    Já peguei umas idéias com os comentários de vocês para escolher os próximos jogos, assim como temas para a coluna. =)

    @Daniel Rossi
    Eu concordo!!!
    Vou ter que falar dos que saíram pelo menos, mesmo não sendo do jaspion e spectreman.
    Vlw!

  17. Stifa disse:

    O triste é que grande parte destes jogos nunca saiu e nem sairá no ocidente.

  18. Márcio disse:

    @Alex_seph
    .hack//G.U. não foi jogo que virou anime. Na verdade primeiro veio .hack//ROOTS, que mostra a história antes do game .hack//G.U.. Na verdade o anime em si não é tão ruim quanto parece, os fansubers brasileiros é que sacanearam e a tradução ficou péssima, incompreensível. Aliás, esse realmente é um grande exemplo, 7 jogos da série foram lançados para o Playstation 2, no mínimo 3 séries em anime… A história é extremamente complexa também.

  19. Wesley Pires disse:

    Pois é. ainda bem que existem aqueles que traduzem e divulgam os jogos no ocidente para jogar em emuladores

  20. Tonho disse:

    Hehe… o Kashima_Akuma já postou a lista que eu ia postar, a de Hentais que viraram anime.

    Só que no Japão, mais liberal que o ocidente, estes jogos que tão na lista são considerados Dating Sims, Simuladores de Encontro. Serve pros nerds aprenderem como falar com as “mina”.

    Os que eles consideram Hentai, pervertidos, são de deixar o cabelo de um ocidental em pé. Aliás, na lista do AnimeBlade tem muito anime normal colocado na seção de Hentai (To Heart, por exemplo, é romântico e meloso ao extremo!)

  21. @Tonho. E eu que pensava que os japoneses eram pervertidos!. Na verdade n’so que somos puritanos XD

    Meu, jogo hentai. Coisa de pervertido….rsrsrsrs

  22. alex_seph disse:

    @Márcio
    .Hack é uma série, ou projeto como eles mesmo fala, muito confuso.
    No .hack//ROOTS o começo não é o mesmo do .hack//G.U, com aquele lance do Haseo começar noob e virar o Terror of Death? A verdade é que vi o anime a muito tempo e não dei muita atenção porque achei ruim a historia em relação ao jogo, então acabei me esquecendo.
    Existem outros ovas no projeto .hack, inclusive relacionando alguns personagens da série fora do The World, que são bem interessantes.

  23. Rubens disse:

    Muito bom Pablo, aguardo ansiosamente a segunda parte!

  24. Phill Devil disse:

    pow… Cute Honey deve ser uam bosta XXDD
    amei a matéria XXDD

  25. DOM-eX disse:

    Boa materia , ta de parabens

  26. BFD_Elessar disse:

    kra muito legal a materia, certo q nunca gostei muito de Tenchi Muyo, fraquinho demais como anime e o jogo, aff dificil na lingua do sol nascente

  27. Ia adorara ver um estudo sobre os Games de anime com Mechas, como Gundam e Macross. Outro excelente texto.

    Até.

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